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Polícia

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Jovem que morreu em rope jump devia estar presa a duas cordas, e não tinha nenhuma, afirma polícia

Delegada responsável pelo caso divulgou nova informação; Justiça converteu para preventiva a prisão de 3 homens

15 jun 2026 - 13h44
(atualizado às 14h45)
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Jovem que morreu em rope jump devia estar presa a duas cordas, e não tinha nenhuma, afirma polícia:

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que morreu após ser jogada sem cordas em um salto de rope jump em Limeira (SP), no sábado, 13, deveria ter sido presa a duas cordas antes de saltar, segundo a investigação.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Andrea Levy, informou à EPTV, nesta segunda-feira, 15, os três investigados que estão presos preventivamente afirmaram que duas cordas eram necessárias para fazer o salto. Conforme um vídeo que circula nas redes sociais, Maria Eduarda foi jogada de uma altura de 40 metros sem estar presa a nada, apenas usando um capacete.

Mulher morre em salto de rope jumping em Limeira.
Mulher morre em salto de rope jumping em Limeira.
Foto: Reprodução/X / Estadão

Ainda conforme Levy, a vítima estava com uma cinta fixada no corpo e com o gancho onde as cordas deviam ter sido colocadas. O capacete que ela usava não foi encontrado. "Seriam duas cordas: uma na região do estômago e outra um pouco mais abaixo, se não me engano. Nenhuma dessas duas cordas estava presente. O capacete, que é visível nas imagens, também não foi localizado no local", contou a delegada.

Vídeo mostra mulher sendo lançada sem corda antes de morrer em salto de rode jump em SP:

Os próximos passos da investigação envolvem o depoimento de novas testemunhas e a conclusão dos laudos do local e necroscópico. De acordo com a delegada, o laudo do local poderá estimar a altura da ponte onde Maria Eduarda foi lançada, a forma como ela foi arremessada, o local onde o corpo foi encontrado e as condições.

No domingo, 14, a Justiça converteu para preventiva a prisão em flagrante dos três homens suspeitos de homicídio com dolo eventual, após a morte da jovem. Com isso, os homens que apareceram no vídeo permanecem detidos.

Quando foram questionados sobre a morte da mulher, eles não souberam explicar como ela foi lançada sem estar presa às cordas, e afirmaram que nunca havia ocorrido algo do tipo em outros saltos. Outras três pessoas são investigadas em liberdade.

"Os outros três serão investigados porque, em uma análise inicial dos fatos, não foi possível identificar uma conduta direta relacionada ao ocorrido. Por isso, não havia elementos para a prisão em flagrante", afimrou a delegada à EPTV. No decorrer das investigações, caso necessário, a polícia pode representar pela prisão preventiva dos demais investigados.

Fonte: Portal Terra
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