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Bebê socorrido em estado gravíssimo com sinais de tortura não sobrevive; mãe e padrasto continuam detidos

Caso chocante em Goiás revela violência extrema contra criança de apenas 1 ano

12 abr 2024 - 12h36
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O bebê de 1 ano, socorrido em estado gravíssimo com evidências de tortura em Quirinópolis, Goiás, faleceu no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. O hospital confirmou o óbito na quinta-feira (11), após o menino não resistir aos ferimentos. Enquanto isso, a mãe e o padrasto permanecem sob custódia.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera / Porto Alegre 24 horas

A criança foi levada a um hospital em Quirinópolis na última segunda-feira (8) com múltiplos ferimentos, incluindo marcas de mordidas e queimaduras de cigarro pelo corpo, além de estar sem as unhas dos pés. A suspeita de maus-tratos levou à intervenção policial.

Devido à gravidade dos ferimentos, o bebê foi transferido para o Hospital Materno Infantil de Rio Verde e, posteriormente, para o Hugol, onde estava internado na UTI e recebendo assistência respiratória. No entanto, não resistiu aos traumas e veio a óbito.

Tanto o pai quanto a madrasta negaram qualquer forma de agressão, alegando que as lesões foram resultado de uma queda e mordidas causadas pelo irmão. No entanto, foram detidos e acusados de tortura qualificada por lesão grave.

A delegada Simone Casemiro, responsável pelo caso, relatou a frieza dos suspeitos durante o interrogatório, sem demonstrar arrependimento. Após audiência de custódia na terça-feira (9), suas prisões foram mantidas. Com a morte do bebê, a natureza do crime pode ser revista.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, dificultando o contato com suas defesas até o momento desta publicação.

Porto Alegre 24 horas
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