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Advogado Luiz Felipe, que defendia presos do 8 de Janeiro, morre após infarto

Entre os clientes que ele representava estava Adalgiza Maria Dourado, aposentada condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão.

8 set 2025 - 18h31
(atualizado às 18h40)
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Na tarde desta segunda-feira, 8 de setembro, morreu em Brasília o advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha, de 56 anos. A causa da morte foi um infarto fulminante. O profissional atuava em casos de grande repercussão nacional, incluindo processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Advogado 8 de Janeiro.
Advogado 8 de Janeiro.
Foto: Reprodução/Instagram / Portal de Prefeitura

Entre os clientes que ele representava estava Adalgiza Maria Dourado, aposentada condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão por envolvimento na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Segundo o site Conexão Política, a notícia da morte de Luiz Felipe causou impacto entre colegas de profissão, familiares e amigos próximos. Pouco depois da confirmação, a Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional do Distrito Federal (OAB/DF) e a Caixa de Assistência dos Advogados do Distrito Federal (CAADF) divulgaram uma nota conjunta em que lamentaram a perda.

"As diretorias da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF) e da Caixa de Assistência dos Advogados do Distrito Federal (CAADF) lamentam o falecimento do advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha", diz o comunicado.

As entidades também expressaram solidariedade à família:

"Neste momento difícil e delicado, a OAB/DF e a CAADF se solidarizam e desejam força, coragem e muita união aos familiares e amigos."

Atuação profissional

Ao longo da carreira, Luiz Felipe Pereira da Cunha construiu uma trajetória de atuação em defesas complexas. Seu nome ficou mais conhecido do a partir da repercussão dos processos envolvendo os atos do dia 8 de janeiro de 2023, quando grupos invadiram e depredaram prédios públicos em Brasília.

Na defesa de Adalgiza Maria Dourado, por exemplo, o advogado atuava nos recursos e acompanhava os desdobramentos da decisão do STF, que fixou a pena de 16 anos de prisão para a aposentada.

Portal de Prefeitura
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