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Bolsonaro apresenta melhora e segue sem previsão de alta do hospital

Boletim médico desta terça aponta que o presidente apresentou evolução do quadro febril e infeccioso apontado no dia anterior

5 fev 2019
17h52
atualizado às 18h38
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A equipe clínica e cirúrgica que acompanha o presidente Jair Bolsonaro no Hospital Israelita Albert Einstein não definiu ainda a data da alta médica dele, informou nesta terça-feira, 5, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.

Jair Bolsonaro no Hospital Albert Einstein
Jair Bolsonaro no Hospital Albert Einstein
Foto: Twitter/Jair Bolsonaro / Estadão

Na segunda, o porta-voz disse que o presidente começou tratamento com antibióticos e que, por causa disso, deveria ficar ao menos mais sete dias internado. Antes da cirurgia, assessores de Bolsonaro acreditavam que ele pudesse receber alta já nesta quarta-feira.

Rêgo Barros disse em coletiva de imprensa no Einstein que Bolsonaro está "querendo vencer rapidamente o processo" de recuperação. Segundo o porta-voz, o presidente começou a ingerir água na segunda e tem feito bastante fisioterapia respiratória e exercícios na bicicleta ergométrica acoplada à cama. Porém, ele tem evitado caminhadas e o recebimento de visitas.

"O corpo médico ainda advoga que o presidente permaneça em repouso. Por isso, como os senhores podem ver no boletim médico, as visitas seguem restritas", explicou Rêgo Barros.

Sobre os compromissos do presidente, o porta-voz disse que ele segue usando redes sociais, mas que não há previsão de realizar videoconferências com ministros.

Em boletim médico divulgado nesta terça, o Hospital Albert Einstein informa que o estado de saúde de Bolsonaro melhorou nas últimas 24 horas. Na noite de domingo, ele apresentou aumento de temperatura e foi submetido à punção, além do início de ingestão de antibióticos, segundo boletim do dia 4.

Apesar de permanecer internado na unidade semi-intensiva e com visitas restritas, em conjunto com a manutenção do dreno e dos antibióticos, o presidente está "afebril e com redução da coleção líquida no abdome", além de "aumento da movimentação intestinal". Ele passou a ingerir líquidos pela boca, mas ainda não pode se alimentar normalmente.

Através de seu perfil no Twitter, Bolsonaro novamente publicou um vídeo com trecho de sua sessão de fisioterapia, onde movimenta as pernas na bicicleta ergométrica. Um vídeo semelhante foi publicado na segunda, 4.

Estadão
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