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Após ser abusada na infância, mulher se torna policial e prende agressor 16 anos depois

Depois de enfrentar dificuldades para denunciar abuso na infância, Jessica Martinelli se torna policial e prende agressor 16 anos depois

4 fev 2025 - 10h54
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Após ser abusada na infância, mulher se torna policial e prende agressor 16 anos depois
Após ser abusada na infância, mulher se torna policial e prende agressor 16 anos depois
Foto: Reprodução/Globo / Contigo

Aos 25 anos, a policial civil Jessica Martinelli, de Chapecó, Santa Catarina, prendeu o homem que a abusou sexualmente durante sua infância. Os abusos ocorreram entre seus 9 e 11 anos e meio, cometidos por um amigo da família. Após anos buscando justiça, Jessica conseguiu deter o agressor 16 anos após o início dos crimes.

Que reviravolta!

Jessica denunciou os abusos aos 15 anos, enfrentando diversas dificuldades para que as autoridades levassem o caso a sério. Ela acredita que essas experiências influenciaram sua decisão de ingressar na carreira policial, buscando força e coragem para enfrentar situações semelhantes.

Em 22 de dezembro de 2016, Jessica participou da operação que resultou na prisão de seu agressor. Ela descreve a experiência como um encerramento de um ciclo doloroso de 10 anos, trazendo uma sensação de justiça e superação.

Em entrevista ao G1, ela afirmou contou detalhes da prisão: "Quando nós estávamos indo, era como se eu tivesse voltado aos 11 anos de idade. Eu estava dentro da viatura, mas eu tinha um misto de coragem: 'Eu sou uma policial, eu vim prender o cara que fez tudo que fez comigo'. E, ao mesmo tempo, dava aquela tremedeira, muita ansiedade e medo. Sei lá, medo de ele fazer alguma coisa para mim".

Agente escreveu um livro sobre o caso

Aos 33 anos, Jessica lançou o livro "A Calha", no final de 2024, onde relata sua trajetória desde os abusos até a prisão do agressor. Ela espera que sua história motive outras vítimas a denunciarem e buscarem justiça, reforçando que elas não têm culpa pelo que aconteceu.

"Por ser uma história realmente que eu sei que motiva as vítimas a denunciarem, a contar. Além de trazer uma certa justiça, porque muitas vítimas, eu ouvi isso, que a minha ação, o meu ato, de certa forma, trouxe conforto para elas. Porque muitas não tem mais como, pela questão de tempo, já não tem mais como prender o agressor", conclui.

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