Acessibilidade na 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo
Recursos são organizados pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) com a empresa Cultura de Acesso e apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SMPED). Evento deve reunir 2 milhões de participantes e será transmitido ao vivo, das 12h às 18h, pela DiaTV, direto do Teatro YouTube, no Conjunto Nacional.
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Pessoas com deficiência que pretendem participar neste domingo, 7/6, da 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo vão encontrar uma estrutura de acessibilidade organizada e acompanhada pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP), coordenada pela diretora Silvana Gimenes, "mulher bissexual com paralisia cerebral", diz ela. "Neste ano estou com o Alexandre Lima Passarello, homem gay, com deficiencia, que também faz parte da nossa diretoria".
O trabalho é feito com a empresa Cultura de Acesso e tem apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SMPED).
O bloco das pessoas com deficiência sai na frente do primeiro trio, com apoio do Corpo de Bombeiros, além de seguranças na chegada, na condução e na dispersão. "Deve começar às 13h ou 13h30, após o termino das falas oficias. E tem previsão de dispersão por volta de 15h30 ou 16h na altura da Rua Bela Cintra", explica Silvana. "Prevemos um grupo de 60 integrantes, entre pessoas com deficiência e acompanhantes. Receberemos neste ano a vereadora Talita Cadeirante (PSB), da cidade de Taubaté (SP), que é uma pessoa com deficiência e virá com 40 pessoas".
Todos os sete trios elétricos têm intérpretes de Libras e haverá quatro postos de atendimento, na Avenida Paulista e na Rua da Consolação.
"Neste ano a Parada vai ter o camarote elevado, da SMPED, na Avenida Paulista (n° 1.874), em frente ao prédio do Tribunal Regional Federal (TRF), esquina com a Rua Ministro Rocha Azevedo, com oferta de audiodescrição, uma consultora e audiodescritora, cega, e uma equipe de narradores e audiodescritores", explica Phelipe Pereira, da Cultura de Acesso.
"Também tem um aplicativo de gestão de crise para atendimento em tempo real pela equipe da Cultura de Acesso, que faz coleta de denúncias e sugestões sobre capacitismo ou violação de direitos", detalha Pereira.
O evento será transmitido ao vivo, de 12h às 18h, pela DiaTV, com Libras, legendas e audiodescrição, no estúdio montado dentro do Teatro YouTube, no Conjunto Nacional.
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