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Raríssima Ferrari 250 GTO pode se tornar o carro mais caro do mundo

Ferrari 250 GTO 1962 é apenas uma de 36 produzidas; valor estimado no leilão é de US$ 45 milhões

22 jun 2018 - 17h22
(atualizado em 22/6/2018 às 15h56)
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A Ferrari 250 GTO é um dos modelos mais raros já produzidos. Com apenas 36 exemplares feitos, o esportivo clássico terá uma das unidades em leilão no final de agosto, em Monterey, Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo a casa de leilões RM Sotheby's, responsável pelo evento, o valor estimado para o exemplar desse superar os US$ 45 milhões, cerca de R$ 170 milhões. Se o valor se confirmar, a 250 GTO se torna o carro mais caro já leiloado na história. A 250 GTO é o modelo final de evolução da linha 250. Ela foi produzida entre 1953 e 1964 e é considerado um dos carros da Ferrari mais bonitos já criados. O exemplar que vai a leilão tem chassi 3413 GT e foi o terceiro produzido. Curta a página do Jornal do Carro no Facebook O trem de força da 250 GTO é formado por um motor V12 3.0 que rende 300 cv a 7.400 rpm. A transmissão é manual de cinco marchas. A velocidade máxima declarada pela Ferrari é de 280 km/h.

Retorno à vida

Ferrari

 tem planos de voltar a produzir o clássico modelo 250 GTO. A empresa italiana sediada em Maranello deverá seguir os passos das inglesas Jaguar e Aston Martin, que voltaram a fabricar esportivos que fizeram sucesso do passado. A Jaguar voltou a montar o Lightweight E-Type em edição limitada, seguido do XKSS e mais recentemente o D-Type. A Aston Martin fez o mesmo com o DB4 GT. A 250 GTO teve somente 39 unidades produzidas, em meados nos anos 60. Atualmente, são carros que valem dezenas de milhões de dólares. A intenção de montá-la novamente foi confirmada pelo chefão da Ferrari, Sergio Marchionne, durante o Salão de Genebra, na Suíça. Marchionne não deu maiores detalhes sobre o projeto. Não se sabe se o carro a ser lançado seria uma cópia exata do esportivo dos anos 60 ou teria apenas inspiração em estilo, por exemplo. Por isso, evitou dizer que o novo carro seria uma "continuação" do antigo. Mas adiantou que o projeto é interessante, e que terá algo a mostrar "nos próximos anos".

Estadão
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