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Neymar obedece pai e diz que joga Série A: "se ele falou está falado"

19 mai 2013
19h03
atualizado às 19h23
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O atacante Neymar voltou a ser questionado sobre a possível saída para o Barcelona, da Espanha, após o empate por 1 a 1 do Santos contra o Corinthians, neste domingo, na Vila Belmiro. O craque praticamente não foi abordado sobre o vice-campeonato estadual, fez coro ao discurso recente do pai sobre a permanência no clube alvibegro até o fim do contrato, em julho de 2014, e alegou que joga o Campeonato Brasileiro.

<p>Atacante foi pouco questionado a respeito de derrota na final do Campeonato Paulista</p>
Atacante foi pouco questionado a respeito de derrota na final do Campeonato Paulista
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

"Você (repórter) está sabendo mais do que eu. Se meu pai falou (que eu fico), está falado", disse. "Eu jogo o (Campeonato) Brasileiro e espero que a gente possa ir longe na competição", afirmou.

Neymar pouco fez no clássico e passa por uma espécie de contagem regressiva para uma possível despedida. O jogador deve atuar diante do Joinville, em decisivo jogo pela segunda fase da Copa do Brasil, e contra o Flamengo, pela estreia no Brasileiro. Após a participação, se apresentará à Seleção Brasileira para a Copa das Confederações e pode não retornar.

O Barcelona enviou nova proposta ao Santos, com valores mantidos sob sigilo, e tenta a liberação do craque já na próxima janela de transferências. A saída imediata tem a anuência de dirigentes do clube alvinegro, além do próprio Neymar, mas esbarra no desejo do pai de segurá-lo no País até julho de 2014, data do fim do vínculo, por vantagem contratual.

"Nossa posição é permanecer até o final do contrato. E não chegou para nós que o Santos vai tentar vender o Neymar", afirmou o pai do jogador, em entrevista à Rádio Bandeirantes. "Se o Santos quiser, aí vou conversar com meu filho e ver se ele realmente quer ir. A gente fez um planejamento para o Neymar ficar até 2014. Se isso mudar, a gente tem que ser comunicado".

Mesmo em meio a decisão do torneio estadual, a diretoria santista esteve reunida nos últimos dias com o estafe do jogador, com as presenças dos agentes Marcos Malaquias e André Cury - o último, uma espécie de representante do Barcelona no País e responsável pelas transferências de Henrique e Keirrison, em 2008 e 2009, respectivamente, para o clube espanhol.

Caso seja negociado agora o Santos, detentor de 55% dos direitos econômicos, precisaria dividir o montante da venda com a Teisa, grupo formado por conselheiros influentes do clube, dona de 5%, e o Grupo DIS, 40%. A multa é de 65 milhões de euros (cerca de R$ 169 milhões).

Fonte: Terra
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