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O dia em que a Seleção voltou a ser Seleção Brasileira

Na vitória sobre a Argentina, o gol de Gabriel Jesus marcou o reencontro do Brasil com o futebol arte

3 jul 2019
08h07
atualizado às 13h24
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Daniel Alves parecia estar jogando uma pelada quando chapelou o primeiro argentino, deixou estatelado no chão o segundo e abriu o caminho para a vitória brasileira. Firmino e Gabriel Jesus completaram com classe a obra de arte que poderia ter sido assinada pelas Seleções de 58, 62, 70 e 82.

Daniel Alves dribla Leandro Paredes na partida contra a Argentina pelas semifinais da Copa América 2019, no Estádio Mineirão
Daniel Alves dribla Leandro Paredes na partida contra a Argentina pelas semifinais da Copa América 2019, no Estádio Mineirão
Foto: HEULER ANDREY/DIA ESPORTIVO / Estadão Conteúdo

Não há saída para o futebol brasileiro sem esse reencontro com o prazer de bater uma bola. Jogar bonito é preciso com toda a molecagem e com toda a manha, que assanharam e encantaram o mundo através das pernas tortas de Garrincha, da realeza de Pelé, da patada de Rivellino, da classe de Tostão, da elegância de Falcão e de tantos outros craques.

Foi um Brasil e Argentina digno da história das duas seleções. Na melhor atuação de Messi na competição, ele foi parado pela trave e por uma seleção que voltou a ser Seleção.

A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte.

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