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Neymar nem tanto ao céu nem tanto à terra

A Seleção tem que aprender a jogar sem o atacante, mas ele ainda pode fazer a diferença

12 jun 2019
15h25
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Sim, era preciso que Neymar ficasse de fora da Copa América pelo momento conturbado que vive fora de campo com acusações graves de agressão e de estupro. A contusão no tornozelo direito tornou menos traumática a sua saída. Mesmo que seja inocentado, não havia clima para que disputasse a Copa América.
 
Não, a Seleção não fica melhor sem Neymar. Temporariamente, sim, mas quando estiver recuperado fisicamente, e se amadurecer fora dele, sua presença deixa o Brasil muito mais forte.

Neymar durante amistoso da seleção brasileira conta o Catar. 5/6/2019.  REUTERS/Ueslei Marcelino
Neymar durante amistoso da seleção brasileira conta o Catar. 5/6/2019. REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Ueslei Marcelino / Reuters


É inegável que o atacante perdeu prestígio desde a Copa da Rússia e até valor de mercado, mas ainda está entre os melhores. Se suas atitudes fora de campo trazem antipatia e preocupação, não dá para achar que uma goleada contra Honduras tenha tornado o Brasil melhor sem ele. 
 
Para o técnico Tite é a chance de mostrar que a Seleção pode viver sem Neymar contra adversários mais gabaritados do que os hondurenhos.

 

Paradinha Esportiva
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