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Ministério Público de São Paulo vai acompanhar o caso Neymar

Três promotoras de Enfrentamento à Violência Doméstica foram designadas para acompanhar investigações

11 jun 2019
14h34
atualizado às 16h02
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O Ministério Público de São Paulo (MPSP) determinou que três promotoras de Justiça acompanhem a acusação de estupro contra o atacante Neymar feita pela modelo Najila Trindade no dia 31 de maio, na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro. A portaria 7807/19 com as designações foi publicada no "Diário Oficial" do último sábado.

As promotoras de Justiça de Enfrentamento à Violência Doméstica Estefânia Ferrazzini Paulin, Flávia Cristina Merlini e Katia Peixoto Vilani Pinheiros Rodrigues foram designadas para acompanhar o inquérito policial em que é investigada a suposta agressão sexual que teria sido cometida, em Paris, no dia 15 de maio.

O jogador Neymar deixa a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro, após prestar depoimento
O jogador Neymar deixa a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro, após prestar depoimento
Foto: Cesar Sales / AM Press & Images / Estadão

Neymar deve ser ouvido no final da semana, mas existe possibilidade de que seja nesta quinta-feira. As autoridades e o estafe do jogador planejam o método mais seguro para o comparecimento do jogador à zona sul de São Paulo antes de divulgarem a data exata do depoimento. Um segurança de Neymar esteve na delegacia nesta segunda-feira para analisar a estrutura do local.

A exemplo do que aconteceu no depoimento de Najila Trindade, na última sexta-feira, o Grupo de Operações Especiais da polícia estará na delegacia para garantir a segurança e restringir o acesso de curiosos no lugar. O número de policiais, no entanto, deverá ser reforçado, pois houve pequeno tumulto durante na chegada da modelo à delegacia.

Esse será o segundo depoimento de Neymar sobre o caso. O primeiro aconteceu no Rio de Janeiro, em 6 de junho, quando o atleta falou na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática por causa do vazamento de imagens íntimas da modelo.

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