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Diego Armando Maradona, o gênio revolucionário e inigualável

Maradona morreu hoje aos 60 anos

25 nov 2020 16h06
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Obrigado, Diego!

Por ensinar que é possível ganhar uma guerra, sem mortes e sem violência. Apenas com a bola nos pés e com a mão de Deus.

Maradona morreu no mesmo dia que o líder cubano Fidel Castro
Maradona morreu no mesmo dia que o líder cubano Fidel Castro
Foto: EPA / BBC News Brasil

Obrigado, Diego!

Por nunca deixar de ser o Diego “de la gente”. Por nunca esquecer da origem pobre e por mostrar a importância de se posicionar fora de campo.

Obrigado, Diego!

Por tanta magia com as pernas curtas e a canhota incomparável. Por encantar e fazer um adolescente no Brasil se apaixonar ainda mais pelo futebol.

Obrigado, Diego!

Pelas macarronadas de domingo regadas aos jogos do Napoli na tela da Band. Como era bom ver você em campo, fazendo parceria com Careca.

Obrigado, Diego!

Pelo apelido que ganhei batendo bola pelas ruas do Brás: “Dom Tieppo Maradona”. Infelizmente não por causa da qualidade do futebol, apenas pela sonoridade do nome.

Obrigado, Diego!

Por ter feito o mais belo gol de todos os tempos e por ter ganhado uma Copa sozinho para a Argentina. Por ter espalhado o sonho, a fantasia e a arte nesse mundo tão injusto e desigual.

Obrigado, Diego Armando Maradona!

 

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