Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Lucas Braathen completa primeira descida no slalom gigante; veja como foi

Brasileiro de 25 anos é esperança de medalha na Olimpíada de Milão-Cortina

14 fev 2026 - 06h41
(atualizado às 06h56)
Compartilhar
Exibir comentários

Lucas Braathen completou a primeira descida no slalom gigante nos Jogo Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. O brasileiro era o primeiro na ordem dos atletas que participam da competição.

Ele terminou a descida inaugural no Stelvio Ski Centre com tempo de 1:13.92. Agora, ele espera que os demais competidores completem suas primeiras descidas. Também brasileiro, Giovanni Ongaro será o 47º a descer.

"O Brasil está em todos os cantos do mundo. Agora, nas montanhas também. Estamos trazendo muito amor e muita alegria. A presença da torcida é uma coisa que a gente gosta de sentir, e eu tenho essa energia no dia mais importante da minha vida", disse Lucas, após sua primeira descida.

A segunda bateria está prevista para 9h30 (de Brasília). Participam dela, todos os competidores que terminaram a primeira sem "perder nenhuma porta" (pontos em que os atletas devem passar). O que muda é a ordem das descidas, começando com o 30º melhor tempo da primeira, até o mais bem colocado. Depois, entram os esquiadores que ficaram de 31º para trás.

Quem é Lucas Braathem?

O brasileiro de 25 anos é a principal esperança de medalha do Brasil em Milão-Cortina. Ele chegou à Itália com três medalhas no slalom gigante nesta temporada e como segundo no ranking mundial da modalidade.

Nascido em Oslo, na Noruega, o esquiador carrega também o sobrenome Pinheiro, de sua mãe, a brasileira Alessandra, que o teve como fruto do relacionamento com o norueguês Björn Braathen, a quem conheceu em um voo para Miami na década de 1990.

Braathen também é DJ dedicado ao deep house, vertente eletrônica mais suave influenciada pelo jazz e pelo funk americano.
Braathen também é DJ dedicado ao deep house, vertente eletrônica mais suave influenciada pelo jazz e pelo funk americano.
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão

"Quero trazer este sentimento, o jeito brasileiro, essa atmosfera, essa relação com o esporte para o meu esporte de inverno. Isso não existe no meu esporte. Eu quero ser um produto de todas as minhas inspirações, que não são somente esquiadores, são pessoas que fazem arte, pintura, música, e jogadores de futebol aqui do Brasil… Ronaldinho, Neymar, Ronaldo Fenômeno", contou o jovem esquiador em entrevista recente ao Estadão.

Desde que passou a representar o Brasil, subiu em oito pódios em etapas de Copa do Mundo: um ouro, cinco pratas e dois bronzes. Na carreira, seis outros, nove pratas e cinco bronzes. Durante o Mundial do ano passado, ficou aquém e terminou em 13º no slalom e 14º no slalom gigante.

Estadão
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade