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Atraso salarial, assédio moral e mais: Neto Borges pede rescisão junto ao Vasco na Justiça, que nega

Lateral-esquerdo está emprestado até o fim de julho, mas treina separadamente desde o fim da última temporada - ele entende este afastamento por parte do clube como ilegal

7 mai 2021 15h16
| atualizado às 15h30
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Com contrato até o final de julho com o Vasco, o lateral-esquerdo Neto Borges tentou se desligar do clube na Justiça, mas não obteve sucesso. O pedido do jogador, que vem treinando separado do grupo principal, foi negado porque a juíza entendeu faltar comprovação dos atrasos alegados nos pagamentos. A informação foi publicada primeiramente pelo site Esporte News Mundo.

Neto Borges chegou para disputar posição na lateral esquerda do time cruz-maltino (Reprodução / Dugout)
Neto Borges chegou para disputar posição na lateral esquerda do time cruz-maltino (Reprodução / Dugout)
Foto: Lance!

Além dos salários de dezembro a abril, Neto Borges afirma, na ação, que o clube não pagou o que chamou de "gratificação natalina". Ele entende também como assédio moral o afastamento sofrido. Afirma também que o FGTS não foi recolhido até o momento. Ele está fora dos planos do departamento de futebol. Para a posição, o Cruz-Maltino conta com Zeca, Riquelme e MT.

Neto foi contratado pelo Vasco no ano passado, por empréstimo junto ao Genk, da Bélgica. Foram 23 jogos pelo clube cruz-maltino, que acabou rebaixado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Lance!
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