Prefeito de NY diz que Egito foi 'roubado' em jogo com a Argentina na Copa do Mundo
Zohran Mamdani menciona jogo polêmico ao discutir melhorias no transporte público da cidade e critica decisão que anulou gol egípcio
A polêmica da arbitragem na vitória da Argentina sobre o Egito, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, chegou ao gabinete do prefeito de Nova York. Durante a apresentação de um plano para modernizar o sistema de ônibus da cidade, Zohran Mamdani afirmou que a seleção egípcia foi "roubada" na derrota por 3 a 2 e voltou a criticar a decisão que anulou um gol da equipe africana após revisão do VAR.
"Eu provavelmente só ficaria assistindo aos replays do Egito sendo roubado ontem de novo e de novo", afirmou.
Na sequência da entrevista, enquanto detalhava os benefícios do projeto de mobilidade urbana, o prefeito voltou a mencionar o jogo e reforçou sua crítica à arbitragem. "Significa tomar café da manhã com a sua família. Significa chegar em casa na hora de dormir. Significa concordar com seus amigos que o Egito foi roubado. Se era para marcar falta naquele primeiro gol anulado", declarou.
O confronto ficou marcado por um dos lances mais controversos desta edição da Copa do Mundo. No segundo tempo, Mostafa Zico balançou as redes e ampliou a vantagem egípcia, mas o gol foi anulado após o árbitro francês François Letexier ser chamado pelo VAR.
A revisão apontou uma falta cometida pelo Egito mais de 20 segundos antes da conclusão da jogada. Com o lance invalidado, a Argentina permaneceu no jogo, virou o placar para 3 a 2 e avançou às quartas de final.
Inconformada com a decisão, a Federação Egípcia de Futebol (EFA) apresentou uma reclamação formal à Fifa contra a equipe de arbitragem. A entidade sustenta que houve erros determinantes na condução da partida e questiona a utilização do VAR no lance que mudou o rumo do confronto.
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