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Começa o aquecimento para o Brasileiro, a Libertadores...

Estaduais iniciam antes, mas foco é nas competições maiores

18 jan 2019
13h39
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Há muito tempo os Estaduais estão esvaziados e despertam pouco interesse, notadamente nos locais onde se concentram a maior parte dos grandes clubes nacionais. Nos últimos anos, essa competição, que se inicia em todo o País neste fim de semana, tem servido mais como aquecimento para o Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores e Copa Sul-Americana.

Isso vai ficar evidente quando se aproximarem os jogos das duas disputas que reúnem clubes de vários países do continente. A opção por times mistos, reservas ou alternativos para as partidas dos Estaduais será recorrente.

O técnico André Jardine, do São Paulo, que terá jogo da Libertadores enquanto rola o Paulista
O técnico André Jardine, do São Paulo, que terá jogo da Libertadores enquanto rola o Paulista
Foto: Reprodução/São Paulo / Estadão Conteúdo

São Paulo e Atlético-MG, por exemplo, já tem compromissos pela Libertadores no início de fevereiro – o primeiro jogará duas vezes no próximo mês contra o Talleres, da Argentina; enquanto o Galo terá pela frente o Danubio, do Uruguai, também em dois confrontos.

A fase de grupos da Libertadores começa na primeira semana de março e vai envolver outros grandes, como Flamengo, Internacional, Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Atlético-PR. Com certeza, essas equipes darão mais atenção à competição do que ao Estadual.

Na Sul-Americana, que terá, entre outros, Santos, Corinthians, Fluminense e Botafogo, a fase inicial também está programada para o começo de fevereiro, com jogos eliminatórios. Novamente estarão em ação vários reservas desses times para rodadas dos Estaduais.

Além disso, a Copa do Brasil vai surgir no meio do caminho, no sistema mata-mata. Logo na primeira fase, em fevereiro, Vasco, Botafogo, Fluminense, Corinthians e Santos vão fazer, cada qual, jogo único fora de casa, contra equipes de pouca expressão, nos quais não podem perder – o que lhes eliminaria.

Com um calendário apertado, ainda mais num ano de Copa América no Brasil, os Estaduais mais uma vez vão cumprir um papel secundário. Só devem mesmo empolgar um pouco na sua reta final. Até lá, a prioridade dos principais clubes do Brasil será outra.

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Fonte: Silvio Alves Barsetti
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