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Brasileiro Série A

Torcida do Athletico protesta após morte de torcedor em ação da PM

Leandro Souza morreu quando chegava em casa após vitória do Athletico. PM alega que torcedor estava armado, testemunhas negam

13 fev 2026 - 22h26
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Leandro morreu quando chegava em após jogo do Athletico –
Leandro morreu quando chegava em após jogo do Athletico –
Foto: Instagram @osfanaticos_oficial / Jogada10

A torcida organizada do Athletico, Os Fanáticos, realizou nesta sexta-feira (13) um protesto após a morte do torcedor Leandro Souza. O jovem, de 23 anos, morreu quando retornava da Arena da Baixada, após a vitória contra o Santos, durante uma abordagem da Polícia Militar no bairro Boqueirão, na zona sul da capital paranaense.

Leandro estava com um grupo de torcedores que voltava do estádio e desembarcou no Terminal do Carmo, a nove quilômetros da Arena. O grupo seguiu a pé pelo bairro, ondec cada um seguiria para sua casa, sob escolta da Polícia Militar. Porém, um confronto se iniciou após a chegada da Rotam, Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas.

De acordo com testemunhas, Leandro tentou fugir da abodagem policial e pulou o muro de uma residência. De acordo com a PM, o torcedor estava armado e entrou em confronto com os policiais, sendo alvejado no local.

Leandro morreu quando chegava em após jogo do Athletico –
Leandro morreu quando chegava em após jogo do Athletico –
Foto: Instagram @osfanaticos_oficial / Jogada10

Entretanto, testemunhas e outros torcedores do Athletico contestaram a versão, alegando que Leandro não estava armado. Em nota publicada nas redes sociais, a Torcida Os Fanáticos afirmou que o torcedor buscava abrigo após uma ação policial e morreu de forma trágica e desproporcional.

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Protesto na Arena

Nesta sexta, os torcedores realizaram um protesto nos arredores da Arena da Baixada, e queimaram pneus, fechando um cruzamento. A mãe de Leandro, Vanessa Silva Candinho, estava no local e, em conversa com a imprensa, lamentou a morte do filho.

"O Leandro era um menino que levantava às 5h, saía às 7h para trabalhar e chegava às 20h. Não era de maldade, era trabalhador, de coração limpo. Eles mataram o meu menino. A nossa indignação é isso. Chamam torcida de vândalo, vagabundo, mas hoje a torcida foi meu socorro. Como mãe, estão sendo meu socorro hoje, nesse dia. Eu confiava muito na polícia, hoje em dia eu não confio mais. Eu sei o filho que eu tinha em casa, eu sei o que eu tenho dentro de casa", relatou.

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Jogada10
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