Enquanto aguarda BTG, social do Botafogo vê "blefe" de Textor em "aporte"
Magnata da SAF Botafogo busca financiamento junto à GDA Luma Capital e Hutton Capital
O associativo do Botafogo não acreditou muito quando o controlador da SAF do Glorioso, John Textor, afirmou que tiraria dinheiro do próprio bolso para quitar a dívida com o Atlanta United (EUA) e liquidar o transfer ban. Com a punição, o clube não pode inscrever reforços em três janelas, algo que afeta o planejamento do futebol. O social, inclusive, vê "blefe" do Godfather ao bancar esta promessa, de acordo com o jornal "O Globo". O empresário norte-americano, em suas redes sociais, desmentiu a publicação.
Representado na figura do presidente João Paulo Magalhães, o quadro social, sócio minoritário da SAF Botafogo, aguarda, assim, o resultado da auditoria externa do banco BTG Pactual para saber as condições do "aporte" mencionado por Textor na semana passada e evitar movimentos na Justiça. Os dois, na sexta-feira (30), estiveram em São Paulo para tratar da questão.
O magnata busca financiamento junto à GDA Luma Capital e à Hutton Capital. A ideia seria um empréstimo de R$ 150 milhões, com juros superiores aos valores de mercado. Textor acredita que, com esta grana, pode atacar o transfer ban e manter os principais nomes do elenco por mais tempo no Mais Tradicional.
Apesar de uma aproximação com Textor nos últimos dias, o clube social, em caso de um retorno desfavorável, não descarta pedir, na Justiça, a queda da liminar que mantém o norte-americano à frente da gestão da SAF.
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