Botafogo social aguarda "aporte" de Textor até quinta-feira
Clube atravessa grave crise financeira, e empresário norte-americano está no olho do furacão. Saiba mais detalhes!
Será que agora, enfim, vai pingar o dinheiro? O associativo do Botafogo chegou a um acordo com o controlador da SAF do Glorioso, John Textor. O social, sócio minoritário do clube-empresa, aguarda, então, um "aporte" de R$ 150 milhões na quinta-feira (5). A grana é para o Mais Tradicional pagar o transfer ban e ter fluxo de caixa, pelo menos, até o primeiro semestre de 2026. A informação é do canal "Arena Alvinegra".
O BTG Pactual centralizará toda a negociação para evitar movimentos na Justiça. Na sexta-feira (30), em São Paulo, Textor e o presidente do associativo, João Paulo Magalhães, estiveram reunidos com representantes do banco.
Textor já adiantou que formará um novo grupo financeiro para executar o "aporte". Ele contará com a ajuda de GDA Luma Capital e Hutton Capital. O Godfather pegará R$ 150 milhões com o fundo, com taxas de juros superiores aos valores de mercado. O big boss acredita que, com esta grana, pode atacar o transfer ban e manter os principais nomes do elenco por mais tempo no Mais Tradicional.
Já no Botafogo, o pensamento é que não há muita saída neste momento.
Transfer ban do Botafogo
Antes de tudo, o Botafogo precisa pagar 30 milhões de dólares (R$ 158 milhões) à franquia da Major League Soccer (MLS), a liga profissional de futebol dos Estados Unidos, pela contratação do meia Almada, em junho de 2024. A ideia do clube é parcelar, então, o valor em três vezes. Mas o próprio Alvinegro sabe que o pagamento não é simples e passa por pessoas, advogados e a própria MLS. O tempo é curto. Textor corre, portanto, contra o relógio.
O Botafogo contratou quatro reforços, mas não pode inscrevê-los por conta da punição da Fifa (Wallace Davi, Villalba, Riquelme, Ythallo). Se não quitar o débito, este castigo se estende até a janela de metade de 2027.
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