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Fórmula 1

Leclerc diz que Mônaco ficou no passado e se anima para Baku: "Amo guiar aqui"

Depois de perder a chance de larga da pole em Mônaco, Charles Leclerc, da Ferrari, disse que o abandono ainda na volta de instalação já ficou no passado e afirmou estar ansioso para os desafios nas ruas de Baku

3 jun 2021 - 16h56
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Leclerc voltou para os boxes e sequer largou em Mônaco
Leclerc voltou para os boxes e sequer largou em Mônaco
Foto: Reprodução / Grande Prêmio

Charles Leclerc, após o abandono no GP de Mônaco antes mesmo de largar, alcançou um índice nada agradável na Fórmula 1: se tornou o quinto piloto da história da categoria a deixar de largar em uma corrida após conquistar a pole-position que, para piorar foi conquistada justo na prova de casa. No entanto, o jovem piloto garante que não foi difícil superar a infelicidade ocorrida em Monte Carlo, prometendo, quinta-feira (3), foco já total na corrida do fim de semana, em Baku.

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"Como sempre em que estou passando por um momento difícil, procuro esquecer o mais rápido possível, obviamente aprendendo com ele", disse Charles.

"Porque, definitivamente, há algo para aprender com isso. Mas, no fim das contas, eu dei tudo, eu queria muito aquela pole, mas, sim, fui muito arrojado no Q3 e infelizmente isso me custou o domingo. É uma pena que seja assim. Agora estou ansioso, amo Baku e estou ansioso para pilotar aqui", acrescentou.

Charles Leclerc abraça Carlos Sainz e o cumprimenta pelo pódio no GP de Mônaco
Charles Leclerc abraça Carlos Sainz e o cumprimenta pelo pódio no GP de Mônaco
Foto: Scuderia Ferrari / Grande Prêmio

Leclerc reiterou que a Ferrari usou Mônaco como uma experiência de aprendizado que destacou as proezas da equipe italiana em curvas de baixa velocidade, algo que Mônaco tem em abundância.

"Tirando isso, nós aprendemos muito. É ótimo. O Carlos [Sainz] subiu ao pódio, mostramos que somos competitivos em todos os trechos de baixa velocidade, o que foi bom", explicou.

O monegasco, no entanto, ressaltou que a Ferrari irá "voltar à realidade" em Baku, devido aos problemas relacionados à potência do motor da SF21 em um circuito que apresenta a reta mais longa da F1 no calendário.

"Acho que vamos voltar um pouco à realidade agora", disse ele. "Mônaco foi uma etapa única, estávamos lutando pela vitória, o que foi incrível e muito bom para a motivação de todos, mas temos as longas retas".

"Apesar de haver muitas curvas em baixa velocidade, acredito que voltaremos à competitividade normal que tínhamos antes de Mônaco. Então vamos ver", concluiu.

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