Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Fórmula 1

F1: Leclerc diz que Ferrari pode obter “ganhos enormes” no carro

Piloto monegasco argumentou que a equipe precisa melhorar o carro em todos os aspectos

4 abr 2026 - 07h12
Compartilhar
Foto: Divulgação / Ferrari F1

Charles Leclerc acredita que a Ferrari possui margem para uma evolução significativa no SF-26 na temporada; em áreas-chave como unidade de potência, chassi, aerodinâmica e gerenciamento de pneus. Apesar de a Scuderia italiana ser a principal oponente da Mercedes no início do campeonato, a equipe ainda não conseguiu impedir o domínio da rival, que venceu as três primeiras corridas do ano.

A Ferrari não esconde o fato de estar em desvantagem em termos de desempenho do motor em relação à Mercedes. Algo que está parcialmente ligado à interpretação estratégica da equipe alemã sobre as regras da taxa de compressão, mesmo que essa brecha seja fechada após a quinta etapa da temporada, no Canadá. Ainda assim, a equipe italiana ainda precisa evoluir alguns pontos do conjunto da unidade de potência.

Para isso, a Scuderia deve recorrer ao mecanismo ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização), criado para permitir ajustes extras ao longo da temporada. Pela regra, as equipes que estiverem entre 2% e 4% abaixo da potência do motor mais forte têm direito a uma atualização adicional. Já aquelas que estiverem com desempenho mais de 4% abaixo do melhor motor podem receber duas atualizações. Em teoria, esse processo acontece após a sexta, a 12ª e a 18ª etapas do campeonato.

Charles Leclerc reconheceu a vantagem atual da Mercedes, mas, no entanto, afirmou que seria um erro a Ferrari concentrar seus esforços apenas no desempenho do motor.

O monegasco admitiu que as unidades de potência da equipe rival estão à frente no momento e revelou ter ficado desanimado após perder cerca de dois décimos por volta para Oscar Piastri e George Russell no início do GP do Japão, não sentindo a mesma potência no carro. Lewis Hamilton também reclamou de ter ainda menos potência do que o companheiro de equipe.

“Este é um foco”, continuou Leclerc, “mas não podemos esquecer que também há grandes ganhos no desenvolvimento do chassi, da aerodinâmica, na escolha dos pneus ideais, e tudo isso faz a diferença. Então, certamente, o motor não podemos mudar por enquanto. Mas, [quando] chegarmos lá, precisamos melhorar absolutamente tudo no carro.”

Essa avaliação também foi compartilhada por Fred Vasseur, chefe de equipe da Ferrari, que reconheceu as desvantagens em desempenho de reta e garantiu que a Scuderia seguirá trabalhando para diminuir a diferença para a Mercedes. Segundo ele, a Ferrari sabe exatamente onde precisa evoluir neste momento da temporada.

Vasseur também destacou que, após as três primeiras corridas, a Ferrari já reúne dados importantes para entender melhor a competitividade do carro e identificar seus pontos fortes e fracos. Para ele, ainda há muito trabalho a ser feito, especialmente por se tratar do início do processo de homologação, que abre margem para melhorias em diferentes áreas.

“Tenho certeza de que isso vale para nós, mas valerá para todos no grid. Significa que é mais importante dar um salto melhor do que os outros do que dar um passo”, concluiu Fred Vasseur.

Parabólica
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra