Reconciliação entre Virginia Fonseca e Zé Felipe foi prejudicada pela investigação da PF, diz jornal
A influenciadora entrou na mira da Polícia Federal, que investiga os ganhos das empresas das quais ela é sócia
Muitos fãs estão na torcida por uma reconciliação entre Virginia Fonseca e Zé Felipe, que se separaram há cerca de um ano. Porém, mais um empecilho teria surgido no caminho de uma possível reconciliação no momento em que a influenciadora digital entrou na mira da Polícia Federal (PF).
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Segundo o jornal Extra, a família de Zé Felipe estaria preocupada que a associação com Virginia possa ser prejudicial para a imagem do cantor. Leonardo teria ressalvas quanto a uma possível volta do casal, e Poliana Rocha estaria aliviada pelo filho não ter mais sociedade em nenhuma empresa com a ex-mulher.
Virginia Fonseca é investigada pela Polícia Federal por movimentações envolvendo empresas vinculadas a ela, identificadas em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), segundo a revista Piauí.
A investigação teve início após Virginia se tornar alvo da CPI das Bets. As autoridades passaram a investigar a legalidade das atividades financeiras da empresária com base nos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do Coaf, anexados à Comissão.
Uma das contas investigadas é a da Talismã Digital, empresa que a influenciadora mantinha com o ex-marido Zé Felipe. Entre março e setembro de 2024, a companhia de mídias digitais recebeu R$ 22,4 milhões. Deste montante, a AMP Pay Marketing e Negócios é apontada como uma das principais depositantes, que enviou R$ 17,7 milhões em cinco remessas via Pix.
A WPink, empresa de suplementos nutricionais de Virginia, cujos sócios são Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, também entra no bolo da investigação, conforme a revista. O Mercado Pago Instituição de Pagamento comunicou ao Coaf em março de 2025 sobre operações financeiras realizadas entre 2 de janeiro e 13 de março do mesmo ano, em que os créditos da conta somavam R$ 43,6 milhões e os débitos chegavam a R$ 43,5 milhões.
As movimentações foram enquadradas como “atípicas”, pois o montante, aparentemente, não condizia com o faturamento mensal documentado pela empresa.
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