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Fórmula 1

F1: Andrea Stella expõe limitação da McLaren com motor Mercedes

Chefe da McLaren admite desvantagem no uso da unidade de potência e destaca aprendizado como chave para evolução

2 abr 2026 - 07h52
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Foto: Divulgação / Fórmula 1

O chefe da McLaren, Andrea Stella, reconheceu que a equipe ainda não consegue extrair todo o potencial do motor fornecido pela Mercedes e vê nisso uma das principais limitações no início da temporada 2026 da Fórmula 1.

Após o GP da Austrália, Stella revelou que a McLaren se encontra em desvantagem na forma como utiliza a unidade de potência alemã, especialmente quando comparada à equipe oficial da Mercedes. Segundo ele, a falta de domínio sobre o funcionamento completo do sistema tem impactado diretamente o desempenho do carro em pista. 

De acordo com o dirigente italiano, a complexidade do novo conjunto híbrido, introduzido com o regulamento de 2026 exige um nível de entendimento que a McLaren ainda está construindo. “Estamos em uma jornada de conhecimento”, indicou Stella, ao destacar que há desempenho disponível, mas ainda não totalmente acessado pela equipe. 

O problema não está necessariamente na qualidade do motor, mas na forma como ele é explorado. Dados comparativos indicam diferenças de velocidade entre carros que utilizam a mesma unidade de potência, o que reforça a necessidade de aprimorar o uso do equipamento. 

Além disso, Stella apontou que a integração entre a Mercedes e sua própria equipe de fábrica cria uma vantagem natural. Como trabalham de forma mais próxima no desenvolvimento do motor, os alemães conseguem otimizar melhor aspectos como gerenciamento de energia e programação do sistema, algo que equipes clientes precisam aprender com o tempo. 

Apesar disso, o chefe da McLaren evitou críticas diretas e adotou um tom pragmático. Ele afirmou que a equipe está focada em intensificar a colaboração com a divisão de motores da Mercedes (HPP) para acelerar esse processo de aprendizado e explorar o que chamou de “potencial ainda disponível”. 

Stella também destacou que parte da diferença de desempenho atual, estimada entre meio segundo e um segundo por volta não se limita ao motor, envolvendo também questões aerodinâmicas e de aderência em curvas. 

Com isso, a McLaren encara as primeiras corridas da temporada como um período de adaptação, enquanto trabalha em atualizações e busca reduzir a diferença para a Mercedes, que começou o campeonato em posição dominante.

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