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Latifi vê Williams "sempre muito longe" e fala em "problema fundamental" em 2022

Nicholas Latifi admitiu que não sabe explicar falta de ritmo da Williams, que segundo ele, não consegue competir com ritmo de rivais mesmo quando não estão forçando

27 jun 2022 - 04h30
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Latifi acredita que o FW44 tenha um problema ainda não encontrado pela Williams
Latifi acredita que o FW44 tenha um problema ainda não encontrado pela Williams
Foto: Williams / Grande Prêmio

RITMO DA MERCEDES NO GP DO CANADÁ DE FÓRMULA 1: DÁ PARA DIZER QUE A MELHORA É REAL?

Em mais um ano decepcionante da Williams na Fórmula 1, no qual a equipe tem indiscutivelmente o pior carro do grid, Nicholas Latifi admitiu que ainda não entende completamente o motivo pelo qual o FW44 não responde ao acerto e falha na correlação com os dados sempre levantados pela engenheiros. Para o canadense, algo que ainda não foi descoberto pelo time britânico está fazendo com que o ritmo fique aquém do esperado.

"Estamos devendo tanto em ritmo, e isso desde o início", explicou Latifi. "Com pouco combustível, com muito combustível, quando os pneus estão bem ou quando estamos gerenciando, estamos sempre muito longe. Temos de usar essas semanas para entender a razão e ver se conseguimos encontrar algo", lamentou.

"Para mim, tem que ser algo fundamental", admitiu. "Não existe situação ou condição na pista, mesmo quando os pilotos não estão forçando, que eu sinta que o ritmo esteja lá em comparação aos nossos competidores. Então, vamos ver. [Vamos] tentar dar um 'reset' indo para Silverstone, e partir de lá", afirmou.

Latifi admite que não consegue extrair do FW44 o que os dados indicam que o carro pode fazer (Foto: Williams)

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Latifi reconheceu que a falta de confiança no FW44 da Williams é resultado da baixa performance que teve até aqui na temporada, mas o piloto suspeita de que exista algum problema além de seu estilo de pilotagem.

"Para mim, olhando para trás e além de qualquer limitação na confiança que eu tinha, o ritmo simplesmente não estava lá", explicou. "Existem situações em que eu simplesmente não sinto que meu carro é capaz de fazer o que está aparecendo nos dados, o que não é um bom sentimento para se ter", lamentou.

"É um pouco intrigante. Mas de novo, vamos usar esse descanso de duas semanas para ver o que podemos analisar", completou.

Com as duas semanas de folga tão valorizadas por Latifi para que a Williams tente resolver parte de seus problemas, a Fórmula 1 retorna apenas no próximo mês. O GP da Inglaterra, no tradicional circuito de Silverstone, acontece entre os dias 1º e 3 de julho.

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