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GP às 10: Mercedes deixa perfeição de lado na F1 e se vê em apuros para 2021 e 2022

Em situação inimaginável tempos atrás, a Mercedes cometeu erros seguidos nas últimas corridas da temporada e agora, além de ter de correr atrás da Red Bull, tem um dilema a resolver: seguir no desenvolvimento do W12 para buscar o título deste ano ou focar tudo na nova geração de carros para 2022? Victor Martins e Fernando Silva comentam no GP às 10

10 jun 2021 10h02
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Valtteri Bottas não conseguiu sequer terminar na zona de pontuação em Baku
Valtteri Bottas não conseguiu sequer terminar na zona de pontuação em Baku
Foto: Mercedes / Grande Prêmio

No começo da temporada, parecia ser uma conclusão óbvia que era preciso ser perfeito para bater uma equipe de enorme excelência como a Mercedes nesta temporada. Contudo, passadas seis etapas, ou um quarto da temporada 2021 da Fórmula 1, o cenário é completamente o oposto, inimaginável meses atrás: é a Mercedes, errática em seus procedimentos e até mesmo com o quase sempre infalível Hamilton, que precisa ser perfeita se quiser superar a hoje líder do Mundial, a Red Bull.

No GP às 10 desta quinta-feira, Victor Martins e Fernando Silva, excepcionalmente, debatem sobre o momento peculiar da escuderia heptacampeã mundial. E para complicar ainda mais um cenário que já se desenha difícil, a Mercedes tem pela frente um grande dilema a enfrentar.

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Com a proximidade da chegada do segundo semestre, as equipes da Fórmula 1 precisam definir o foco no desenvolvimento do carro de 2022, ano que vai marcar uma grande revolução no Mundial de Fórmula 1. A Haas, time do fundo do grid, abriu mão de atualizar o carro deste ano para se debruçar por completo no modelo do ano que vem. Entretanto, a Mercedes é uma equipe que luta pelo título, mas também precisa pensar no futuro, assim como a Red Bull. Para os taurinos, nunca houve chance tão cristalina de voltar a conquistar títulos (do Mundial de Pilotos e de Construtores) depois de oito anos.

É possível dizer, portanto, que a Mercedes está numa encruzilhada: abre mão do desenvolvimento do W12 e corre o risco de perder o período hegemônico na Fórmula 1, que dura desde 2014, ou então tenta trabalhar de forma paralela para evoluir o carro deste ano enquanto trabalha também no carro da próxima temporada para tentar largar na frente nesta nova era do Mundial?

Além disso, Victor Martins e Fernando Silva abordam outro ponto crucial da Mercedes para 2022: sua dupla de pilotos. Lewis Hamilton já admitiu que pretende continuar na equipe de Brackley, e o cenário mais provável é que o heptacampeão assine logo um novo contrato. Para Valtteri Bottas, os últimos meses indicam que há grande possibilidade de o finlandês, que vive sua pior temporada com a Mercedes, deixar a equipe ao fim do ano. Sendo assim, qual seria a melhor alternativa para o lugar do nórdico? George Russell? Esteban Ocon? Um piloto fora do programa da Mercedes, como Pierre Gasly? Ou vale a experiência de Nico Hülkenberg?

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