"Eterno vice" da F1 abandona as pistas aos 81 anos
10 jun2011 - 12h57
(atualizado às 16h18)
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O piloto britânico Stirling Moss, lenda dos esportes a motor, resolveu retirar-se das corridas automóveis, nesta sexta-feira, aos 81 anos. Moss, considerado um dos melhores pilotos da história, apesar de nunca ter sido campeão mundial de Fórmula 1, tomou esta decisão após sentir "medo" na quinta-feira, no treino classificatório para a corrida das lendas de Le Mans.
"Fiquei com medo. Sempre disse que se não me sentisse à altura, eu me retiraria para não correr o risco de prejudicar os demais participantes", disse, nesta sexta-feira, em seu site. "Adoro as corridas, mas está na hora de parar", afirmou o piloto, que deveria ter participado da prova no volante de um Porsche RS61.
Moss disputou 66 GPs de Fórmula 1, entre 1954 e 1962, conquistando 16 vitórias, três delas em Mônaco. Ele terminou quatro vezes em segundo lugar no campeonato mundial, três delas atrás do argentino Juan Manuel Fangio. Na outra, ficou somente um ponto a trás do inglês Mike Hawthorn.
Vítima de um grave acidente, em 1962, que o deixou paralisado do lado esquerdo, Stirling Moss saiu da categoria no ano seguinte.
Moisés Santos de Oliveira é mecânico da Via Italia na Itaipava GT Brasil há dois anos; ele recebeu o Terra no box da equipe, que conta com a única Ferrari F458 do grid, e falou sobre o dia-a-dia da profissão
Foto: Ivan Pacheco / Terra
Apesar da correria e dos "acidentes de trabalho" como queimaduras na hora de lidar com o carro quente, Moisés não reclama de nada: "sou apaixonado por isso"
Foto: Ivan Pacheco / Terra
Há 10 anos mexendo com automobilismo, Moisés começou como ajudante do irmão e chegou à função atual em 2009
Foto: Ivan Pacheco / Terra
Para Moisés, o mecânico também é responsável por vencer uma corrida: "a gente trabalha muito para acertar o carro. É muita responsabilidade nossa, porque o cara senta lá e acelera a 200, 250 por hora", afirma
Foto: Ivan Pacheco / Terra
Para Moisés, o serviço mais complicado é fazer a cambagem do carro - ajustar o ângulo das rodas - principalmente por causa da alta temperatura do veículo
Foto: Ivan Pacheco / Terra
O mecânico confessa que às vezes torce para que chova durante a corrida; assim, sua participação na vitória pode ser maior, graças à velocidade na hora de trocar pneus no pit stop
Foto: Ivan Pacheco / Terra
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