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#28: Hamilton ou Schumacher: quem é o maior da Fórmula 1?

O Cadeira Cativa #28 recebe os jornalistas Fábio Seixas e Mario Andrada para debater sobre Lewis Hamilton e Schumacher. Flavio Gomes comanda a atração que tem início às 20h (de Brasília, GMT -3)

15 out 2020 - 19h32
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Cadeira Cativa #28 recebe Fábio Seixas e Mario Andrada
Cadeira Cativa #28 recebe Fábio Seixas e Mario Andrada
Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio / Grande Prêmio

O Cadeira Cativa chega à edição de número 28 nesta quinta-feira (15). O programa, apresentado por Flavio Gomes, recebe os jornalistas Fábio Seixas e Mario Andrada e Silva para comparar Michael Schumacher e Lewis Hamilton. Será a última edição da primeira temporada do programa.  A atração vai ao ar, ao vivo, a partir das 20h (de Brasília, GMT -3), no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube.

Fábio Seixas foi repórter da Folha de S. Paulo, onde cobriu a Fórmula 1. Também trabalhou em veículos como Rádio Bandeirantes, SporTV e hoje atua no DAZN.

Mario Andrada e Silva também é um jornalista condecorado. Foi repórter de Folha de S. Paulo e Jornal do Brasil. Também trabalhou na Reuters, Nike, e foi diretor de comunicações dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Os maiores pilotos da Fórmula 1 por aproveitamento

Lewis Hamilton é o maior piloto da história da Fórmula 1? Ou é Michael Schumacher? Ah, já sei, é o Ayrton Senna? Ok, nessas horas sempre vem aquele que diz que "vocês dizem isso porque nunca viram Juan Manuel Fangio ou Jim Clark correrem". A verdade é que tudo isso é relativo. Por isso, que tal olhar para os números da F1 de uma forma diferente, pelo aproveitamento?

Claro que nem assim os números, sempre frios, entregam toda a verdade. Há a percepção humana, o envolvimento do público, o que cada um fez além das pistas e, obviamente, as diferenças entre carros e campeonatos das mais diversas épocas. Olhar porcentagens em vez de números absolutos pode, claro, atenuar distorções causadas por épocas em que se corrida muito menos que hoje - mas eleva, também, pilotos que por algum motivo correram muito pouco, entre outas questões.

Michael Schumacher é um exemplo clássico: o alemão, após se aposentar, retornou para a F1 e fez mais três temporadas pela Mercedes. Sem vitórias e com um único pódio, tal período fez com que o aproveitamento do heptacampeão caísse, ainda que sem afetar seus números absolutos.

Além disso, campões que morreram jovens podem ter sido privados de conquistar mais vitórias e títulos, mas também não passaram pelo mesmo período de fim de carreira de campeões como Schumacher, Kimi Räikkönen e Fernando Alonso, apenas para citar três recentes.

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