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Sorvetes da Häagen-Dazs deixam o mercado brasileiro após quase 30 anos

General Mills, dona da marca de sorvetes, vendeu operações no Brasil para o Grupo 3corações por R$ 800 milhões

24 ago 2026 - 16h06
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Resumo
Após quase 30 anos no Brasil, os sorvetes Häagen-Dazs deixarão de ser vendidos no país devido a uma reformulação de portfólio da multinacional General Mills, dona da marca. A decisão acompanha a recente venda das operações e ativos da General Mills no Brasil ao Grupo 3corações por R$ 800 milhões, transação que englobou marcas como Yoki e Kitano, visando diversificar a atuação da empresa de cafés no mercado nacional.

Os sorvetes da Häagen-Dazs não serão mais comercializados no Brasil, após a empresa multinacional americana General Mills, dona da marca, decidir reformular o seu portfólio. A informação foi confirmada pela empresa nesta segunda-feira, 24.

"A marca Häagen-Dazs não será mais distribuída no Brasil, devido a um plano de reformulação de portfólio da General Mills, anunciado em março de 2026?, disse a General Mills em nota.

A Häagen-Dazs está sendo descontinuada após quase 30 anos no mercado brasileiro. Ela chegou ao País em 1997, segundo a revista Forbes.

Em março deste ano, o Grupo 3corações, do segmento de cafés, anunciou a aquisição de ativos e das operações da General Mills no Brasil. A transição foi avaliada em R$ 800 milhões, informou o grupo, e inclui marcas como Yoki e Kitano. Ainda segundo o grupo, o acordo prevê a manutenção das marcas, visando o crescimento acelerado do negócio.

"Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo", disse Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações, em março.

Com a aquisição, o Grupo 3corações afirma que avançou em sua estratégia de crescimento por meio da "diversificação e complementaridade de portfólio", a partir da integração de novos produtos com o objetivo de permitir que a companhia atenda o consumo brasileiro do café da manhã ao jantar.

Estadão
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