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Sem acordo sobre transição, relatório da PEC do fim da escala 6x1 é adiado para próxima segunda

Debate gira em torno de regime de dois até cinco anos para adoção das novas regras, embora uma ala governista defenda que não haja transição

19 mai 2026 - 23h02
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BRASÍLIA - O presidente da comissão especial na Câmara que discute o fim da escala 6x1, deputado Alencar Santana (PT-SP), informou na noite desta terça-feira, 19, que foi cancelada a sessão do colegiado em que ocorreria a leitura do parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), na quarta-feira, 20.

Alencar se manifestou após uma reunião sobre o assunto na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Estavam presentes no encontro, além de Alencar e Prates, o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), e o autor de uma das PECs em discussão, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A leitura do relatório foi remarcada para a segunda-feira, 25.

Os deputados afirmaram que ainda não há acordo sobre o período de transição para a adoção das novas regras. O Estadão/Broadcast já mostrou que o debate gira em torno de um regime de dois até cinco anos. Governistas têm defendido que não exista nenhuma transição e atuam para que o período seja o menor possível.

"Tínhamos estabelecido a data de amanhã [quarta] como a apresentação do relatório, mas como tem pontos a serem ainda melhor maturados, melhor conversados, melhor construídos; continuaremos discutindo até segunda-feira, momento em que o relator apresentará o seu relatório", disse Santana.

O presidente da comissão especial afirmou também: "E a transição? É dois, três, quatro, cinco anos? Esses pontos ainda serão melhor construídos". E acrescentou: "Eu não tenho dúvida de que será o mais imediato possível".

Segundo os deputados, estão mantidos os princípios de dois dias de descanso semanais, com jornada de 40 horas, sem redução salarial e fortalecimento das convenções coletivas.

O relator afirmou que o presidente da Câmara garantiu a votação no plenário na semana que vem. Pimenta disse, porém, que não há acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para que o Congresso Nacional conclua as votações antes das eleições.

Estadão
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