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Segunda no ranking, Ortobom tem lista de espera por franquia

25 jan 2012 - 07h33
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O setor de Móveis, Decoração e Presentes apresenta um cenário de crescimento no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2010 o setor arrecadou R$ 3,5 bilhões - 27% a mais do que no ano anterior. A Ortobom, uma das empresas líderes de seu segmento, se destaca também no ranking das franquias, com 1.733 unidades pelo País. É a segunda colocada.

A Ortobom produz os fios e seus próprios tecidos em fábricas equipadas com teares automatizados
A Ortobom produz os fios e seus próprios tecidos em fábricas equipadas com teares automatizados
Foto: Divulgação


Curiosamente, a companhia começou suas atividades no ramo da metalurgia. Em 1975, passou a produzir colchões. O sucesso da iniciativa a fez mudar o foco do negócio. Hoje, ela produz também travesseiros, jogos de cama, edredons e outros produtos para o quarto em suas modernas instalações.



A operação por meio de franquias passou a ser o carro-chefe da marca na década de 1990, quando houve um período de transição de depósitos que vendiam por atacado para um sistema de vendas a varejo em unidades que viriam a formar o sistema atual de franquias.



Quase 100 novas franquias em um ano

No começo do ano de 2011, a empresa possuía 1.650 unidades franqueadas por todo o Brasil. Neste início de 2012, contabiliza 1.733. A expectativa da empresa é crescer mais ainda este ano. Apesar de estar presente em quase todo o território nacional, faltam alguns estados para serem preenchidos. Não é à toa que a Ortobom possui uma lista de espera para futuros franqueados.

Segundo Luis Henrique Colin, gerente de Marketing Digital da Ortobom, a filosofia da empresa é "agregar conforto e saúde em um mesmo produto". Ele afirma que para manter as equipes de venda atualizadas e bem informadas, a marca investe em treinamentos intensos das franquias. O suporte aos franqueados foi uma das fórmulas para minimizar a sensação de insegurança gerada pelos riscos que o mercado sofre normalmente.

Colin, contudo, alerta para o risco de o franqueado sofrer como "vítima dele próprio" - pelo fato de a empresa proporcionar uma zona de conforto exatamente por causa desse apoio. "Cabe a ele cuidar de perto, e intensamente, dos negócios para isso não acontecer", afirma.

Debora Barbosa Freitas, dona de duas franquias Ortobom na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi vendedora e gerente da companhia antes de assumir lojas como franqueada. "Sempre acreditei na marca e almejava poder um dia ter a minha franquia", conta.

Peso dos impostos

Apesar das facilidades que a empresa disponibiliza aos seus franqueados, Debora afirma que a grande quantidade de impostos e custos que a legislação prevê dificultam algumas operações administrativas. "Mesmo numa empresa sólida como a Ortobom", queixa-se.

Por isso, a franqueada defende o comportamento "barriga no balcão". Sua presença é garantida no dia a dia da loja, para "observar pequenos erros e estar atenta ao conserto deles", diz. Debora Freitas franqueada afirma que investiu muito tempo e recursos no treinamento de seus funcionários "até que entrassem em sintonia com o espírito da empresa".

Ortobom em números


Setor: Móveis, Decoração e Presentes

Resumo do negócio: Comercialização de colchões e produtos para o sono

Número de unidades próprias e franqueadas: 1.733

Unidades próprias: não tem

Unidades franqueadas: 1.733 unidades

Faturamento médio mensal: R$ 60 mil para lojas de rua, e R$ 120 mil para lojas de shoppings

Taxa de royalties: 5% sobre as compras do franqueado

Taxa de propaganda: Não cobra

Capital para instalação: R$ 30 mil a R$ 120 mil

Taxa de franquia: R$ 33 mil

Capital de giro: R$ 30 mil

Prazo de retorno estimado: 18 a 36 meses

Principais concorrentes no segmento: Eurocolchões, Colchões Botafogo, Sonoleve

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Especial para o Terra

Fonte: Terra
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