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Prêmio Broadcast Projeções: C6 Bank é o grande vencedor da 19ª edição

A premiação ocorre nesta terça-feira, 3, em São Paulo; confira todas as empresas destacadas nos rankings Top 10 Básico e Top 10 Geral

3 jun 2025 - 21h34
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O C6 Bank é o grande vencedor do Prêmio Broadcast Projeções referente a 2024. A instituição liderou o ranking anual tanto na categoria Top 10 Básico, que considera estimativas para IPCA, IGP-M, taxa Selic e câmbio, quanto na Top 10 Geral, que inclui expectativas para Produto Interno Bruto (PIB), balança comercial e relação entre dívida pública e PIB. A premiação ocorre nesta terça-feira, 3, em São Paulo.

A segunda colocada nos dois rankings foi a Ágora Investimentos, seguida pela GO Associados no ranking Geral e a Caixa Econômica Federal no ranking Básico. Confira abaixo a classificação completa:

Top Geral 2024

  • 1º - C6 Bank
  • 2º - Ágora Investimentos
  • 3º - GO Associados
  • 4º - Caixa Econômica Federal
  • 5º - Pezco Economics
  • 6º - Banco JP Morgan SA
  • 7º - MCM Consultores (atual MCM 4intelligence)
  • 8º - Kínitro Capital
  • 9º - MB Associados
  • 10º - Suno Research

Top Básico 2024

  • 1º - C6 BANK
  • 2º - Ágora Investimentos
  • 3º - Caixa Econômica Federal
  • 4º - Pezco Economics
  • 5º - MCM Consultores (atual MCM 4intelligence)
  • 6º - GO Associados
  • 7º - Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo
  • 8º - Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre
  • 9º - Caixa Asset
  • 10º - MB Associados

O desafio ao projetar indicadores

O economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, celebra com satisfação o resultado e diz que a vitória é um reconhecimento ao trabalho realizado durante todo o ano. "Sabemos que a qualidade do que é produzido no País é muito boa, então é um reconhecimento e uma satisfação muito grande", diz.

Para ele, ao projetar indicadores, o desafio é sempre fazer com que os números conversem entre si dentro do cenário traçado. "O grande desafio é deixar as projeções como um bloco coeso. Não são várias projeções diferentes", observa.

Resiliência da inflação

O economista-chefe da Ágora, Dalton Gardimam, destaca que o ano de 2024 ficou marcado pela resiliência da inflação mesmo diante do ciclo de aperto monetário, e que isso trouxe volatilidade maior para o exercício das projeções.

"A suposição sempre é que vai haver alívio na inflação, porque a política monetária sempre funciona, a questão é saber como e quando. No Brasil, parece que as defasagens longas são ainda mais imprevisíveis. Isso tem sido uma pedra no sapato dos economistas", afirma ele, que se diz bastante honrado com a premiação. "Sabemos que alguns números têm um certo grau de aleatoriedade, mas é preciso ter na cabeça um bom cenário", diz.

Câmbio difícil de traçar

Para Gesner Oliveira, economista da GO Associados, a variável com a trajetória mais difícil de traçar ao longo de 2024 foi o câmbio. "É um indicador que desafia todo mundo, porque são muitos fatores e choques de natureza diversa que o influenciam", detalha.

O dólar iniciou o ano de 2024 cotado a R$ 4,91 e, de acordo com o primeiro boletim Focus do ano passado, a expectativa do mercado era de cotação de R$ 4,90 ao final do ano. A moeda brasileira, porém, experimentou grande desvalorização. Com o passar dos meses o dólar rompeu a barreira dos R$ 6,20 no início de dezembro, encerrando o ano cotado a R$ 6,17.

Trajetória negativa na política fiscal

Quarto colocado no ranking Básico e quinto no Geral, o economista da Pezco Helcio Takeda atribui o bom desempenho da casa no ranking ao fato de ter observado, ainda no começo do ano, que haveria uma trajetória negativa na política fiscal do País, com impactos sobre os ativos brasileiros.

"Conseguimos identificar que alguns eventos que aconteceram em abril, como a mudança de meta dos resultados primários, poderiam gerar uma preocupação maior e interromper o ciclo de queda da Selic. Ficamos mais cautelosos", relembra Takeda.

A taxa Selic vinha sendo cortada pelo BC desde agosto de 2023, mas o ciclo de afrouxamento monetário foi interrompido em maio de 2024, com a taxa em 10,5%. Em setembro, o BC retomou o ciclo de aperto e o juro básico encerrou o ano passado em 11,25%.

Ano marcado por volatilidades

Para Alexandre Ferreira, gerente nacional e economista-chefe da Caixa, o ano passado ficou marcado por volatilidades tanto externas, com destaque para a constante incerteza no ciclo monetário dos EUA, quanto domésticas, como uma atividade econômica que não desacelerava como era esperado. "O desempenho da atividade econômica e do mercado de trabalho levou a reavaliações frequentes do hiato do produto", comenta.

Ferreira lembra que as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul no mês de maio passado adicionaram ainda mais camadas de incerteza ao cenário. "Além dos impactos humanitários, o evento trouxe prejuízos econômicos relevantes, ampliando a dispersão dos cenários de inflação e de atividade, o que demandou novas estratégias", diz. "Foi um ano que exigiu novos métodos, agilidade na leitura dos dados e disciplina na atualização de hipóteses", emenda o economista.

O ranking destaca as instituições que apresentaram as estimativas que mais se aproximaram do resultado final dos indicadores em 2024. Para obter mais informações sobre o Prêmio Broadcast Projeções, realizar o cadastramento e inserir as estimativas, as instituições devem acessar o site oficial.

Estadão
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