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Petrobras tem prejuízo de R$17 bi no 4º tri; lucro cai 70,6% em 2024

Apesar dos números negativos, a companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$ 204 bilhões (US$ 38 bilhões) durante o ano

26 fev 2025 - 20h22
(atualizado às 21h11)
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Diretoria da Petrobras sustenta que a política de preços mantém uma margem positiva de ganho para a estatal
Diretoria da Petrobras sustenta que a política de preços mantém uma margem positiva de ganho para a estatal
Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão

A Petrobras registrou prejuízo líquido de R$ 17 bilhões no quarto trimestre, ante um lucro líquido de R$ 31 bilhões no mesmo período de 2023, com impactos de natureza contábil relacionados ao câmbio, informou a companhia nesta quarta-feira.

O resultado contribuiu para um recuo 70,6% no lucro líquido de 2024, que somou R$ 36,6 bilhões, após a companhia ter tido o segundo melhor desempenho de sua história em 2023, com R$ 124,6 bilhões.

Apesar dos números negativos, a companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$ 204 bilhões (US$ 38 bilhões) durante o ano, uma vez que efeitos de natureza contábil não afetam o caixa da companhia.

Em nota, o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo, afirmou que o resultado foi impactado principalmente pela variação cambial em dívidas entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior.

"São operações financeiras entre empresas do mesmo grupo, que geram efeitos opostos que ao final se equilibram economicamente. Isso porque a variação cambial nestas transações entra no resultado líquido da holding no Brasil e impactou negativamente o lucro de 2024. Ao mesmo tempo, houve impacto positivo direto no patrimônio", disse Melgarejo.

Se forem expurgados os eventos exclusivos, o lucro líquido do quarto trimestre seria de R$17,7 bilhões (US$ 3,1 bilhões). Já o resultado no acumulado do ano passado seria de R$103 bilhões (US$19,4 bilhões) sem esses efeitos.

Dessa forma, o conselho aprovou o pagamento de R$9,1 bilhões em dividendos aos acionistas, a ser confirmado em Assembleia Geral Ordinária. Considerando os proventos antecipados pela companhia ao longo do ano, a remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2024 deve totalizar R$75,8 bilhões.

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