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MP junto ao TCU pede à Fazenda que compartilhe informações que venha a ter sobre o caso Master

Documento faz referência à declaração dada por Haddad nesta terça-feira, 13, na qual classificou o caso como, possivelmente, a 'maior fraude bancária' da história do País

14 jan 2026 - 15h42
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BRASÍLIA - O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) solicitou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que compartilhe informações porventura existentes "acerca da fraude envolvendo o Banco Master ou qualquer outra que guarde relação com o interesse público". O pedido consta em ofício assinado pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado.

O documento faz referência à declaração dada por Haddad nesta terça-feira, 13, na qual o ministro classificou o caso Master como, possivelmente, a "maior fraude bancária" da história do País.

O subprocurador-geral do MP no TCU Lucas Furtado.
O subprocurador-geral do MP no TCU Lucas Furtado.
Foto: Dida Sampaio/Estadão / Estadão

Furtado informa, no ofício, que procedeu à abertura de procedimento de apuração preliminar a fim de requisitar o compartilhamento de informações pelo ministério, "de modo a subsidiar a atuação deste parquet, especialmente no conhecimento de supostas irregularidades que possam respaldar o oferecimento de representação e a apuração de responsabilidades junto ao TCU".

Nesta terça-feira, Furtado pediu em representação que o presidente do TCU, Vital do Rêgo, acione a Advocacia-Geral da União (AGU) para garantir acesso a informações sigilosas do Master para os auditores que conduzem uma "diligência" sobre o tema no Banco Central.

O pedido foi na contramão do acordo firmado entre TCU e BC na segunda-feira, 12.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, foi decidido na reunião que auditores do tribunal não teriam acesso a informações protegidas por sigilo bancário e de negócios na diligência.

"As restrições impostas interferem no pleno exercício da competência do TCU de fiscalizar os atos do Banco Central, sendo essencial o acesso às informações bancárias do Banco Master protegidas com sigilo para melhor análise do caso", diz a representação. "Julgo que as informações devem ser analisadas pelos auditores do TCU diretamente."

Estadão
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