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Pesquisa empresarial sugere que mercado de trabalho dos EUA pode ter atingido seu auge

27 jan 2020 - 10h29
(atualizado às 11h11)
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Há um equilíbrio uniforme na quantidade de empresas norte-americanas que reportaram reduções e aumentos no emprego pela primeira vez em uma década, mostrou uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira, a mais recente sugestão de que o mercado de trabalho norte-americano provavelmente atingiu seu auge e de que o crescimento do emprego pode desacelerar este ano.

Homem segura panfleto com oportunidade de emprego na cidade de Carson, na Califórnia, EUA
03/10/2014
REUTERS/Lucy Nicholson
Homem segura panfleto com oportunidade de emprego na cidade de Carson, na Califórnia, EUA 03/10/2014 REUTERS/Lucy Nicholson
Foto: Reuters

As descobertas da pesquisa de condições de negócios do quarto trimestre da Associação Nacional de Economia Empresarial (Nabe, na sigla em inglês) vêm na esteira de um relatório do governo deste mês que mostrou que a abertura de vagas de emprego caíram no maior ritmo em mais de quatro anos em novembro.

"Pela primeira vez em uma década, há tantos entrevistados relatando decréscimos quanto aumentos no emprego em suas empresas em relação aos três meses anteriores", disse Megan Greene, diretora da pesquisa da Nabe.

"No entanto, isso pode ter sido devido à dificuldade em encontrar trabalhadores, em vez de uma retração na demanda".

A pesquisa é baseada nas respostas de 97 membros da Nabe sobre as condições de negócios em suas empresas ou indústrias. Ela foi realizada entre 23 de dezembro e 8 de janeiro e reflete as condições no quarto trimestre e as perspectivas de curto prazo.

Segundo a pesquisa, os declínios no emprego ocorreram nos setores de serviços, produção e transporte de mercadorias, serviços públicos, informações e na indústria de comunicações. Houve ganhos de emprego nos setores financeiro, de seguros e imobiliário.

Embora o crescimento do emprego permaneça sólido e mais do que suficiente para manter a taxa de desemprego baixa, o ritmo diminuiu em relação à taxa acelerada vista no final de 2018 e no início de 2019.

Em agosto passado, o governo estimou que a economia criou 501 mil empregos a menos nos 12 meses até março de 2019 do que o relatado anteriormente, a maior revisão para baixo para o emprego em uma década.

Isso sugere que o crescimento do emprego nesse período foi em média de 170 mil por mês, em vez de 210 mil. Economistas esperam que os ganhos no emprego depois de março de 2019 também possam ser revisados para baixo.

A desaceleração nos ganhos de emprego foi atribuída à escassez de trabalhadores e às tensões comerciais, especialmente a guerra comercial EUA-China. A pesquisa da Nabe mostrou um aumento significativo no percentual de empresas que relataram escassez de mão de obra não-qualificada, enquanto quase metade relatou escassez de trabalhadores qualificados.

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