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Intercement diz que Justiça americana reconheceu plano de recuperação judicial

A empresa, em recuperação judicial, teve seu plano aprovado pela Corte de Falências de Nova York, garantindo eficácia nos EUA e somando-se a reconhecimentos na Espanha e Holanda

5 fev 2026 - 20h49
(atualizado às 20h51)
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A InterCement Brasil, em recuperação judicial, deu mais um passo para concluir sua reestruturação global ao obter nesta quinta-feira, 5, o reconhecimento de seu plano de recuperação pela Corte de Falências dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York.

Segundo a empresa, a decisão, tomada no âmbito do processo de Chapter 15, "assegurou plena eficácia ao plano de recuperação judicial da Companhia e de suas afiliadas no território dos Estados Unidos".

Fabrica da InterCement em Ijaci, MG
Fabrica da InterCement em Ijaci, MG
Foto: InterCement/Divulgação / Estadão

O aceite da Justiça americana se soma ao reconhecimento concedido pela Justiça espanhola em 28 de janeiro e à audiência realizada nesta quinta-feira na Holanda para homologar o plano de composição da InterCement Financial Operations B.V., braço financeiro sediado no país.

"A Intercement confia que o cumprimento das demais condições previstas no PRJ permitirá alcançar uma estrutura de capital adequada para um novo momento da Companhia, em benefício de seus credores, investidores, parceiros comerciais e demais interessados", disse a empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

No ano passado, a Mover, nome da holding que controlava a InterCement, fechou um acordo para a entrega de seus dois últimos grandes ativos para saldar dívidas de R$ 14 bilhões. No acordo, o grupo concordou em vender a participação de 15% na concessionária de infraestrutura Motiva (ex-CCR), considerada a joia da coroa, para pagar uma dívida de mais de R$ 3 bilhões com o Bradesco.

No caso da cimenteira, que atua no Brasil e Argentina, por sua vez, ficou definido que seria transferida aos grandes credores financeiros — Bradesco, um empresário argentino e detentores de títulos estrangeiros — para acabar com um débito de R$ 9,4 bilhões.

Estadão
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