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IBC-Br, prévia do PIB do Banco Central, sobe 0,78% em janeiro

Resultado ficou praticamente em linha com a mediana da pesquisa 'Projeções Broadcast', que apontava para alta de 0,80%

16 mar 2026 - 09h56
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BRASÍLIA - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,78% em janeiro, na comparação com dezembro e na série com ajuste sazonal, informou nesta segunda-feira, 16, a autarquia. O indicador havia caído 0,15% em dezembro (revisado, de -0,18%).

O resultado de janeiro ficou praticamente em linha com a mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para alta de 0,80%. As estimativas do mercado iam de variação zero a crescimento de 1,30%.

O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor da conta, aumentou 0,86%, após uma queda de 0,27% no mês anterior (revisado, de -0,31%). O indicador próprio da agropecuária caiu 1,49%, após alta de 2,07% em dezembro (revisado, de 2,26%).

IBC-Br cresceu 2,26% no acumulado de 12 meses até janeiro de 2026
IBC-Br cresceu 2,26% no acumulado de 12 meses até janeiro de 2026
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / Estadão

O índice de serviços cresceu 0,81%, após queda de 0,12% no mês anterior (revisado de -0,26%); o da indústria aumentou 0,37%, após queda de 0,01% em dezembro (revisado, de +0,32%); e o de impostos — equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) — cresceu 0,47%, após baixa de 0,18% em dezembro (revisado de -0,17%).

Interanual

Na comparação com janeiro de 2025, o IBC-Br total cresceu 0,98% na série sem ajuste sazonal — abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 1,60%. As estimativas do mercado iam de queda de 0,30% a alta de 3,50%.

O índice ex-agropecuária cresceu 0,91% na comparação interanual, após alta de 2,92% no mês anterior (revisado, de 2,94%). O da agropecuária teve alta de 0,65%, depois de ter crescido 6,24% em dezembro (revisado, de 6,35%).

O indicador de serviços cresceu 2,09%, após alta de 3,22% (revisado, de 3,08%). O da indústria caiu 1,17%, depois de ter crescido 1,76% (revisado, de 2,26%). O índice de impostos caiu 1,27%, após alta de 2,52% (revisado, de 2,59%).

Alta em 12 meses

O IBC-Br cresceu 2,26% no acumulado de 12 meses até janeiro de 2026, na série sem ajuste sazonal, desacelerando frente à alta de 2,46% acumulada em 2025 (revisado, de 2,45%).

O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresce 1,64% em 12 meses, contra 1,82% no acumulado do ano passado (revisado, de 1,80%). O indicador da agropecuária tem alta de 12,32%, contra 13,05% em 2025.

O crescimento acumulado no IBC-Br da indústria passou de 1,42% (revisado, de 1,45%) para 1,05%. O índice de serviços passou de 2,10% (revisado, de 2,06%) para 2,05%. O indicador de impostos - equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do PIB - passou de 1,23% (revisado, de 1,24%) para 0,74%.

O IBC-Br total cresceu 0,78% no trimestre móvel encerrado em janeiro, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro avançou 0,69%, e o específico do agro cresceu 2,30%. A indústria cresceu 0,15%; os serviços aumentaram 0,92%; e os impostos cresceram 0,80%.

Considerando o trimestre até janeiro, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,77%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,70%, e o específico do agro, de 3,16%. A indústria avançou 0,12%; os serviços, 2,46%; e os impostos, 0,45%.

Estadão
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