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EUA e China anunciam avanço nas negociações sobre tarifas comerciais

O secretário do Comércio americano, Howard Lutnick, e o diplomata chinês Li Chenggang afirmaram que termos de acordo serão submetidos a Trump e ao governo chinês

10 jun 2025 - 20h55
(atualizado às 21h55)
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O secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse nesta terça-feira, 10, que uma "estrutura" de acordo com a China foi alcançada sobre a trégua de Genebra e que agora é preciso implementá-la.

A informação também foi confirmada pelo diplomata chinês Li Chenggang. Os dois países haviam trocado acusações de violação da trégua de Genebra recentemente. "Vamos retornar a (Donald) Trump para aprovação, e a China também aprovará internamente as decisões", acrescentou Lutnick a repórteres em Londres, no Reino Unido.

A Bolsa de Tóquio (Japão) abriu em alta nesta quarta-feira (horário local), 11, em meio a sinais de avanço nas negociações entre China e EUA. Às 21h5 (de Brasília), o índice Nikkei subia 0,70%, aos 38.478,50 pontos.

Conforme Lutnick, Trump já foi informado por telefone a respeito das discussões e a conversa entre o presidente americano e seu homólogo chinês, Xi Jinping, na semana passada "forneceu uma base fundamental para as negociações de hoje".

O secretário ainda comentou que espera que o assunto de minerais e terras raras seja resolvido com China. "Objetivo é impulsionar o comércio com Pequim", acrescentou.

Na mesma coletiva, o representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o consenso sobre Genebra pode abrir portas para novas conversas. "Me sinto bem com o envolvimento dos chineses", disse ele.

A trégua de Genebra

Em 12 de maio, autoridades dos EUA e da China haviam anunciado ter chegado a um acordo para reduzir a maioria das tarifas recentes e estabelecer uma trégua de 90 dias em sua guerra comercial, a fim de permitir novas negociações.

Na ocasião, Greer, que anunciara as reduções tarifárias em uma entrevista coletiva em Genebra, afirmou que os países aceitaram suspender suas respectivas tarifas por 90 dias e dariam continuidade às negociações.

Pelo acordo, os EUA reduziriam a tarifa sobre as importações chinesas de 145% para 30%; enquanto a China, o imposto de importação sobre produtos americanos de 125% para 10%.

Estadão
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