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Empresas de médio porte aderem ao mercado livre de energia

13 nov 2012 - 07h31
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A adesão ao mercado livre de energia, que permite a contratação direta junto aos fornecedores e garante redução nos custos, tem sido liderada por empresas de médio porte dos setores de shopping centers, comércio de alimentos e agronegócios. A informação é da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). Existem atualmente cerca de 12 mil empresas com potencial para migrar para este segmento do mercado, e a maioria tem porte médio, uma vez que praticamente todas as grandes já compram energia no mercado livre.

Para estimular a adesão ao sistema foi criada a campanha "2012, o Ano do Mercado Livre", coordenada pelo CanalEnergia em parceria com associações
Para estimular a adesão ao sistema foi criada a campanha "2012, o Ano do Mercado Livre", coordenada pelo CanalEnergia em parceria com associações
Foto: Divulgação


Segundo dados da entidade, a cada duas semanas um shopping center brasileiro adere ao mercado livre de energia. Desde 2010, a adesão desses estabelecimentos cresceu 118%, chegando a 109 unidades que podem escolher livremente o seu fornecedor de eletricidade. "Este aumento se deve à economia de 10% a 15% obtida por esse sistema", explica Reginaldo Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). Em 2002, o Parque D. Pedro Shopping, na cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi o primeiro shopping a aderir ao Mercado Livre de Energia.



As companhias que consomem entre 500 kW e 3.000 kW têm outra vantagem, pois obtêm desconto de 50% na tarifa de distribuição caso optem por energias alternativas - eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Empresas com consumo de 500 kW gastam, em média, R$ 75 mil por mês, enquanto as que consomem 3.000 kW têm despesa mensal de R$ 500 mil.



De acordo com o executivo, indústrias de médio porte e grandes comércios também têm demonstrado maior apetite em aderir a esse sistema. Existem alguns entraves para esta mudança, como a falta de conhecimento de seus inúmeros benefícios. Para mudar este quadro, foi criada uma campanha batizada de "2012, o Ano do Mercado Livre", coordenada pelo grupo CanalEnergia em parceria com diversas associações do setor. Outra barreira de entrada, segundo Medeiros, é a necessidade de a empresa instalar um sistema de medição de energia e arcar com este custo.



Economídia
Especial para o Terra
Fonte: Terra
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