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Médica analisa diagnóstico delicado de Leo Dias e faz alerta sobre riscos: 'Gravidade'

Analisando o diagnóstico delicado de Leo Dias, pneumatologista ressaltou os riscos e tratamentos da doença; saiba detalhes

8 abr 2025 - 16h21
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Leo Dias se recupera na UTI após pneumonia
Leo Dias se recupera na UTI após pneumonia
Foto: Reprodução/SBT / Contigo

O jornalista Leo Dias, de 49 anos, assustou o público na manhã desta terça-feira (8) ao compartilhar em suas redes que está internado no hospital há cinco dias para tratar de uma pneumonia e recebendo cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mas qual o estado de saúde do colunista?

Diagnóstico de Leo Dias 

Em conversa com a CARAS Brasil, a médica Maria Cecília Maiorano, especialista em Doenças Pulmonares Infecciosas pela Universidade de São Paulo (USP), esclareceu que, na pneumonia, o pulmão é infectado por vírus, bactérias ou fungos e varia entre graus leves e graus mais graves. "A gravidade da pneumonia depende do estado de saúde da pessoa, da rapidez no diagnóstico e da extensão do acometimento pulmonar", detalhou ela. 

Apesar de estar alocado na UTI, Leo Dias já está em recuperação e em cerca de 48 horas já deve ter alta, de acordo com o boletim médico. Os principais sintomas que podem acometer o indivíduo são dor no peito, tosse, febre alta e falta de ar. 

Riscos e tratamento da pneumonia

De acordo com Maiorano, fatores como histórico médico e hereditário podem aumentar os riscos de contaminação da doença. "Em casos mais graves, especialmente em pessoas com doenças ou baixa imunidade, a internação pode ser necessária para oferecer suporte com oxigênio, fisioterapia, antibióticos na veia e monitoramento contínuo".

Ela completa explicando que não há um único tratamento para chegar à melhora do quadro clínico. "O tratamento depende da causa da infecção, mas geralmente o uso de antibióticos, fisioterapia respiratória e oxigênio". Entretanto, em alguns casos pode ser necessário o uso de ventilação artificial, que é menos invasiva ou a ventilação mecânica, mais invasiva. "A boa notícia é que, com diagnóstico precoce e cuidados adequados, a maioria das pessoas se recupera totalmente."

Em todo caso, a doutora reforça que o acompanhamento profissional é indispensável. "Casos como esse chamam a atenção para a importância de procurar atendimento médico aos primeiros sinais de infecção respiratória, principalmente após gripes ou resfriados que parecem piorar com o tempo.", orientou Mariorano.

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Uma publicação compartilhada por Paulo Germano (@blogpaulogermano)

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