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Cantor famoso em prisão domiciliar vai passar lua de mel em Dubai

O cantor gospel que deveria estar preso em sua residência acabou indo passar sua lua de mel no Oriente Médio

20 fev 2026 - 09h59
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Nem sempre a realidade de uma condenação corresponde à imagem que o público costuma imaginar. Quando se fala em "prisão domiciliar", a expectativa é de recolhimento rigoroso, limites bem definidos e fiscalização constante. Segundo o colunista Carlos Carone do Metrópoles, no caso do ex-cantor gospel André Luís dos Santos Pereira, porém, os acontecimentos posteriores à sentença trouxeram questionamentos. Condenado por estelionato e associação criminosa, após um esquema que teria provocado prejuízo próximo de R$ 300 mil a grifes internacionais como Prada, Gucci e Burberry, ele passou a cumprir pena em casa por decisão da Justiça do Distrito Federal, em 20 de outubro de 2023.

Cantor famoso em prisão domiciliar vai passar lua de mel em Dubai / Reprodução: Instagram
Cantor famoso em prisão domiciliar vai passar lua de mel em Dubai / Reprodução: Instagram
Foto: Contigo

As condições impostas incluem restrição de saída da comarca sem autorização judicial, obrigação de informar eventual mudança de endereço e cumprimento das determinações da Vara de Execuções Penais. Ainda assim, conforme informações apuradas pela coluna, em 7 de setembro de 2024 ele realizou uma cerimônia de casamento em um hotel às margens do Lago Paranoá. No dia seguinte, embarcou para lua de mel em Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Entre 8 e 14 de setembro, publicações nas redes sociais exibiram passeios no deserto e hospedagens em hotéis de alto padrão.

"Ponte aérea judicial"

Mesmo com a determinação de que o apenado não pode residir fora da comarca sem autorização expressa, o casal estabeleceu residência no condomínio Wave Alphaville, em São Paulo. Segundo a coluna, o ex-cantor realizaria viagens mensais ao Distrito Federal para manter vínculo formal com a capital. Procurada para comentar eventual fiscalização, a Secretaria de Administração Penitenciária informou apenas que "não divulga dados da situação processual de custodiados".

A origem do caso remonta a 22 de outubro de 2021, quando policiais militares abordaram três homens em São Bernardo do Campo e encontraram cartões de crédito, celulares e um notebook. A 5ª Delegacia de Polícia da Área Central do DF identificou um esquema que simulava transferências bancárias em reuniões realizadas em escritório comercial. Em 6 de setembro de 2021, mais de R$ 151 mil teriam sido utilizados na Prada; dois dias depois, cerca de R$ 124 mil na Gucci. Segundo a investigação, os comprovantes apresentados existiam apenas no papel, e os valores não foram compensados.

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