Resident Evil: Ilha da Morte promove reunião inédita ao estilo Vingadores, mas não se resume a show de easter-eggs (Opinião)
Longa reúne Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield e outros heróis da franquia.
Iniciada há mais de 25 anos, a franquia Resident Evil hoje representa uma das maiores propriedades intelectuais da Capcom. Com lançamentos poderosos a partir de uma frequência intensa, os jogos eletrônicos da saga são um símbolo importante para a curta vida dos videogames.
Assim como qualquer outro ícone da cultura pop, os títulos de survival horror se propagaram para diversas outras mídias. Dessa forma, os games já performaram histórias em mangás, longas-metragens, séries animadas e live-actions, mas apenas os filmes em CGI são canônicos aos títulos lançados para consoles Playstation, Xbox e PCs.
A última empreitada na dramaturgia foi Resident Evil: Ilha da Morte, história que após um certo atraso finalmente chegou ao público brasileiro por compra ou aluguel digital. Cronologicamente, a narrativa se passa em 2015, entre os eventos de Resident Evil 6 e Resident Evil 7: Biohazard. Além disso, trata-se de uma continuação do filme Resident Evil: Vingança.
Em São Francisco, Jill Valentine está lidando com um surto de zumbis e um novo T-Virus. Já Leon Kennedy está na pista de um cientista da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) sequestrado, e Claire Redfield está investigando um monstro marinho que está matando baleias na baía. Chris Redfield e Rebecca Chambers juntam-se a eles, e descobrem que as pistas de seus casos separados convergem para o mesmo local, a Ilha de Alcatraz, onde um novo mal se instalou e aguarda a chegada do grupo.
Easter-
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