Paulínia tenta lugar no ranking dos melhores festivais do País
Em sua 3ª edição, o Paulínia Festival de Cinema, que começa oficialmente nesta sexta (16), mostra, cada vez mais, a que veio. O evento já é o mais generoso no quesito premiação e graças a isso, vem atraindo muitos cineastas e produtores do Brasil afora. Ao todo, são R$ 650 mil divididos em várias categorias. O maior prêmio, de R$ 150 mil, vai para os filmes de ficção, superando festivais como o de Brasília, conhecido por dar muito dinheiro aos seus "primeiros lugares".
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Apesar da oferta, a procura ainda é menor, graças a algumas limitações do festival. Para inscrever um longa no evento, por exemplo, ele precisa ser inédito em circuito nacional e não ter recebido nenhum outro prêmio em mostras brasileiros.
Este ano, concorrem na categoria principal 5 x Favela - Agora Por Nós Mesmos, de Manaíra Carneiro, Wagner Novaes, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal, Cadu Barcellos e Luciana Bezerra; Broder, de Jefferson De; As Doze Estrelas, de Luiz Alberto Pereira; Desenrola, de Rosanee Svartman; Dores e Amores, de Ricardo Pinto e Silva e Malu de Bicicleta, de Flabio Tambellini.
Concorrendo ao prêmio de R$ 50 mil estão os documentários As Cartas Psicografadas de Chico Xavier, de Cristina Grumbach; Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley; Uma Noite em 67, de Renato Terra e Ricardo Calil; Programa Casé, de Estevão Ciavatta; Sobre o Leite e Ferro, de Claudia Priscilla; e São Paulo Cia de Dança, de Evaldo Mocarzel.
Além dos filmes em competição, Paulínia abriga outras mostras paralelas abertas ao público.
Homenagem
Nesta quinta-feira (15), durante a cerimônia de abertura do festival, será exibida uma cópia restaurada de O Beijo da Mulher Aranha, clássico brasileiro de 1985 com Sônia Braga. O diretor argentino, naturalizado brasileiro, será homenageado por sua extensa carreira fazendo cinema no País.