Milton Cunha grita 'Eu sou hétero' ao vivo e corta 'Laço super bicha'
Milton Cunha vira sensação na Sapucaí com momento inusitado e viraliza nas redes
Na noite de domingo (15), Milton Cunha mais uma vez se tornou o centro das atenções durante a transmissão dos desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro. Com uma tesoura nas mãos, o apresentador cortou um "laço super bicha" para inaugurar o Espaço Globeleza na Marquês de Sapucaí. "Eu sou hétero, eu sou hétero", gritou, arrancando aplausos e risadas do público.
A brincadeira de Milton, que é uma pessoa LGBTQIA+, rapidamente viralizou nas redes sociais. "É muito glamour, mas botaram um laço super bicha aqui", iniciou ele, logo no começo do desfile da Acadêmicos de Niterói. Em seguida, reforçou: "Mas eu sou hétero, eu sou hétero. Viva", antes de finalmente cortar o adereço. "Aqui eu vou entrevistar quem acontece no desfile, começou o babado fortíssimo", completou.
O momento rendeu elogios nas redes sociais. "Tão lindo ver o quanto ele ama o Carnaval genuinamente", comentou Larissa Azevedo no X. Helena também se manifestou: "Quem não ama o Milton Cunha já morreu por dentro". A interação espontânea do apresentador com a plateia e com os desfilantes reforçou sua conexão com o público e o tornou um dos destaques da noite.
Globo mostra Lula na Sapucaí: polêmica ou celebração?
Durante a transmissão, a Globo mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava presente na Marquês de Sapucaí, descendo do camarote para cumprimentar integrantes da Acadêmicos de Niterói, escola que o homenageou. "O presidente Lula está na Marquês de Sapucaí acompanhando o desfile da Acadêmicos de Niterói. Há pouco, ele desceu do camarote. A gente está vendo a imagem. Ele foi até a pista para cumprimentar o casal de mestre-sala e porta-bandeira", explicou o apresentador Alex Escobar.
Lula estava cercado de fotógrafos e ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Antes de transmitir o desfile, a emissora fez o repórter Pedro Bassan ler nota sobre ações judiciais que tentaram barrar a homenagem, alegando propaganda eleitoral antecipada. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu que impedir o Carnaval naquele momento poderia ser censura prévia, mas alertou que a decisão não garante imunidade a políticos ou escolas, que ainda podem ser responsabilizados.
Confira:
View this post on Instagram