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Segurança Digital

Miller Augusto consolida liderança em segurança digital e empurra mercado brasileiro para um novo patamar

19 dez 2025 - 16h10
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Foto: Divulgação

A cibersegurança deixou de ser um capítulo técnico do universo corporativo e passou a ocupar um espaço estratégico nas discussões sobre sobrevivência empresarial. Em 2025, o tema se tornou tão central quanto fluxo de caixa, conformidade ou planejamento de expansão. E, nesse cenário em que o Brasil corre para acompanhar a velocidade das ameaças globais, um nome tem ganhado destaque ao traduzir complexidade técnica em decisões pragmáticas: Miller Augusto, uma das vozes mais influentes nessa transição do risco cibernético para o risco de negócio.

A escalada das ameaças digitais modernas

 O avanço das ameaças não é mais um problema distante. As campanhas automatizadas, os ataques persistentes e o uso de inteligência artificial por grupos criminosos transformaram o ambiente digital em um campo de batalha contínuo. Vulnerabilidades simples em dispositivos de borda, APIs expostas e cadeias de fornecimento de software já são suficientes para paralisar empresas inteiras. A velocidade com que os criminosos atuam contrasta com a dificuldade das companhias em manter visibilidade sobre seus próprios riscos, muitas vezes descobrindo falhas apenas quando o impacto já está instalado.

Particularidades do cenário brasileiro de cibersegurança

 No Brasil, o cenário ganha contornos ainda mais sensíveis. A combinação entre um ecossistema financeiro altamente digitalizado, métodos sofisticados de fraude, particularidades regulatórias e a atuação de grupos especializados em golpes nacionais obriga empresas a irem além do mapa global de ameaças. A proteção do Pix, de dados bancários e de cadeias logísticas virou prioridade absoluta, e saber apenas que uma vulnerabilidade existe já não basta. O que passa a determinar a reação é entender se aquele risco está sendo explorado de fato e se afeta diretamente o modelo de negócio.

A atuação de Miller Augusto na conexão entre técnica e estratégia

 É justamente nessa intersecção entre técnica, estratégia e contexto brasileiro que Miller Augusto tem se destacado. Ele atua numa frente decisiva: aproximar o que acontece no nível técnico das discussões de conselho que determinam o futuro das organizações. Ao lado de nomes como Paula Yara, CISO do Grupo Ivy, e Ronaldo Andrade, CRO global com trajetória sólida em regulação e risco, Miller tem ajudado a consolidar a visão de que segurança não é mais um custo inevitável, e sim uma vantagem competitiva para quem sabe usá-la.

Reconhecimento do Grupo Ivy e formação de um time de elite

 O reconhecimento conquistado pela Ivy em 2025, ao receber o prêmio de Melhor Red Team do país, evidencia essa maturidade. Mas o marco, segundo o próprio Miller, está na formação de um time com referências internacionais capaz de responder à velocidade dos ataques modernos. “Montar uma equipe de elite com pessoas como Ronaldo Andrade, Paula Yara e Jonathan Pinho foi decisivo. Hoje conseguimos antecipar movimentos, traduzir riscos e agir com precisão em um cenário extremamente agressivo”, afirma.

A quantificação do risco como ponto de virada

 A virada acontece quando o risco deixa de ser apresentado de forma abstrata. A adoção do método FAIR, utilizado pela Ivy como pilar para a quantificação financeira dos riscos, abriu portas para que executivos finalmente enxergassem o impacto real de cada ameaça. Probabilidade e impacto, antes restritos ao vocabulário técnico, passaram a ser convertidos em números claros sobre perdas potenciais. É a primeira vez que a cibersegurança fala efetivamente a língua do board, permitindo que investimentos sejam direcionados de forma objetiva.

DevSecHub e a evolução da governança de riscos

 Essa lógica também impulsionou o desenvolvimento do DevSecHub, plataforma criada pelo Ivy Group que unifica inteligência de ameaças, requisitos regulatórios e modelos quantitativos. A ferramenta tem ajudado empresas a deixarem para trás a cultura da reação e a operar com governança contínua de riscos. Em vez de listas intermináveis de vulnerabilidades desconectadas da realidade de negócio, o que se vê agora é uma leitura integrada da superfície de ataque, alinhada às responsabilidades impostas pela legislação e por órgãos reguladores.

Segurança como diferencial competitivo no mercado atual

 Para Miller Augusto, esse é o ponto que define a mudança estrutural no mercado. Empresas que não tratam segurança como estratégia começam a enfrentar dificuldades em setores regulados, seja para escalar, seja para manter a continuidade operacional. Já aquelas que conseguem transformar risco em métrica, e métrica em tomada de decisão, passam a ocupar uma posição mais resiliente e competitiva.

O papel do Grupo Ivy na nova fase da resiliência digital

 A trajetória do Grupo Ivy (ivy.com.br) e a consolidação do DevSecHub (devsechub.com.br) como plataforma de referência mostram como o setor está se reorganizando. De um lado, há ameaças que atingem escala global. Do outro, empresas brasileiras buscando maturidade para sustentar o crescimento e cumprir as exigências de um ecossistema cada vez mais fiscalizado. No centro desse movimento, Miller Augusto aparece como um dos profissionais que têm guiado essa nova etapa da resiliência digital, ajudando a moldar um ambiente em que segurança deixa de ser reação e passa a ser estratégia.

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