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Animais

Baixas temperaturas matam peixes na Amazônia boliviana

21 jul 2010 - 14h38
(atualizado às 16h19)
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O frio polar procedente da Argentina está provocando a morte de peixes em lagos de baixa profundidade no departamento de Beni, na Amazônia da Bolívia, no nordeste do país, disse nesta quarta-feira o diretor do Sistema de Alerta da região, Luis Phillips."Essa massa polar está criando problemas nas lagoas de baixa profundidade, o sábado começou com uma matança incrível", disse Phillips a veículos da imprensa local, apesar de não qualificar o dano.

O Instituto Internacional da Exploração de Espécies, sediado na Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, anunciou sua lista anual das 10 principais espécies descobertas. Entre elas, está o peixe "psicodélico": o <i>Histiophryne psychedelica</i> parece exatamente o que o nome diz, um corpo com uma incomum "pintura" psicodélica. Achado na Indonésia
O Instituto Internacional da Exploração de Espécies, sediado na Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, anunciou sua lista anual das 10 principais espécies descobertas. Entre elas, está o peixe "psicodélico": o Histiophryne psychedelica parece exatamente o que o nome diz, um corpo com uma incomum "pintura" psicodélica. Achado na Indonésia
Foto: AP

Ele explicou que os peixes tropicais na Amazônia da Bolívia vivem em uma temperatura de 20 a 25 graus celsius e suportam alterações, apesar de não por muito tempo, nem situações extremas, como é o caso. O problema se agrava, disse, quando as lagoas estão em baixa profundidade e os peixes estão mais expostos às baixas temperaturas.

Uma frente fria ingressou há duas semanas na Bolívia.Nos calorosas planícies (leste) e na Amazônia (norte) do país, as temperaturas baixaram até 4 graus celsius, enquanto que nos Andes (oeste) do país, o termômetro baixou até -10°. Além disso, o frio deixou ao menos quatro pessoas mortas em todo o país.

o Gymnotus omarorum na verdade já era conhecido há décadas e era modelo de estudos, mas era erroneamente nomeado como sendo um Gymnotus carapo, mas neurofisiologistas uruguaios descobriram que na realidade era uma espécie diferente. Segundo o instituto, esse caso é um exemplo de como conhecemos pouco sobre a biodiversidade, já que um "modelo de estudos" passou décadas sem ser corretamente descrito. Foto: Divulgação
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