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Divergências entre Itamar e FHC vieram a público em 98

Quinta, 14 de setembro de 2000, 03h11min
A atual crise entre o governador de Minas, Itamar Franco, e o presidente Fernando Henrique Cardoso é o capítulo mais recente de uma história de brigas que se tornou pública no início de 1998. Em fevereiro desse ano, Itamar formalizou seu afastamento do cargo de embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA). Por trás desse fato, havia divergências sobre a decisão de Itamar ligar-se ao PMDB com a intenção de concorrer à Presidência. Em março, Itamar criticou a equipe econômica do governo, provocando o rompimento político com Fernando Henrique.

Eleito governador, Itamar adotou uma posição nacionalista e de oposição ao governo federal, que se acirrou com a decretação, em janeiro de 1999, da moratória do pagamento das dívidas do Estado, que incluía um débito de R$ 18,5 bilhões com a União. Ao longo do ano, o governador resistiu às várias tentativas de reaproximação feitas pelo presidente, insistindo na suspensão dos pagamentos. Em agosto, Itamar promoveu manobras militares, sob a alegação de tentar evitar a privatização da empresa Furnas pelo governo federal.

Em maio deste ano, o governador ameaçou “resistir à bala” às ameaças de intervenção no Estado por causa do não cumprimento de ordens judiciais para desocupação de áreas invadidas por sem-terra e sem-teto no Estado. Em julho, anunciou que estava estudando a possibilidade de pedir a abertura de impeachment contra o presidente, depois de ter sido determinado o envio de tropas federais para proteger a Fazenda Córrego da Ponte, em Buritis. A alegação de Itamar foi a de que a área pertence à família de Fernando Henrique e não à União – o que configuraria crime de responsabilidade.

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O Estado de S. Paulo

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