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Wagner Moura revela o que considera essencial para manter um bom casamento: 'Adoro ver'

Ator afirmou que a capacidade de rir mesmo nos momentos difíceis é um dos pilares de um relacionamento saudável e duradouro

7 ago 2026 - 12h07

Ao falar sobre seu novo trabalho no cinema internacional, A Última Casa, o ator Wagner Moura trouxe à tona uma reflexão que vai muito além das telas. Durante entrevistas de divulgação do longa - um suspense com toques de ficção científica estrelado também por Greta Lee - o artista compartilhou o que considera indispensável para manter viva a conexão em um relacionamento.

Wagner Moura refletiu sobre casamento, paternidade e revelou qual considera ser o segredo para manter uma relação forte 
Wagner Moura refletiu sobre casamento, paternidade e revelou qual considera ser o segredo para manter uma relação forte
Foto: Reprodução: Armond/Los Angeles Times via Getty Images / Bons Fluidos

Segundo ele, o humor ocupa um lugar central nessa construção. "Uma coisa que eu realmente gosto nesse casal é o senso de humor deles. Adoro ver pessoas que, mesmo em momentos difíceis, conseguem fazer uma piada. Esse senso de humor é, na verdade, uma das coisas mais importantes em um casamento, em um relacionamento", declarou, ao portal E!.

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O papel do leve no meio do caos

A fala do ator ilumina um ponto muitas vezes negligenciado: a capacidade de rir junto, especialmente diante dos desafios, pode funcionar como um elo poderoso entre duas pessoas. Em vez de evitar conflitos ou dificuldades, o humor surge como uma ferramenta emocional que ajuda a aliviar tensões e fortalecer a parceria.

Essa perspectiva ganha ainda mais força quando pensamos na rotina - contas, responsabilidades, imprevistos. Pequenos momentos de leveza podem ser o que mantém o vínculo mais humano e menos sobrecarregado.

Amor construído no tempo

Na vida pessoal, Wagner vive um relacionamento de longa data com a jornalista e fotógrafa Sandra Delgado. Juntos há 25 anos, eles formam uma família com três filhos: Bem, Salvador e José. A trajetória do casal reforça a ideia de que relações duradouras não se sustentam apenas em grandes gestos, mas também na convivência diária - e, como ele mesmo sugere, na capacidade de rir juntos ao longo do caminho.

Apoiar para florescer

Ao falar sobre os filhos, o ator demonstrou uma postura aberta e acolhedora em relação às escolhas de vida deles. O primogênito, Bem, já dá seus primeiros passos no universo artístico, e Wagner acompanha esse processo com incentivo. "Meu filho mais velho estuda cinema. Ele quer dirigir e escrever. Na verdade, ele está atuando em um filme agora no Brasil", contou. "Foi um diretor que disse: 'Acho que o Bem consegue fazer isso'."

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Mesmo diante das incertezas naturais do início de carreira, o jovem decidiu tentar - e conquistou seu espaço. "Ele fez o teste, conseguiu o papel e está fazendo este filme", completou o ator. Mais do que expectativas, o que guia Wagner na paternidade é o respeito pela individualidade dos filhos: "Eu quero que eles sejam o que quiserem ser. Então, se eles quiserem ser artistas ou atores, eu vou apoiá-los".

Quando a arte encontra a vida

A experiência de ser pai também atravessou seu trabalho em A Última Casa. No filme, ele e Greta Lee interpretam um casal que precisa proteger os filhos em uma situação extrema, confinados dentro de casa. Para Wagner, esse ponto em comum com a colega de cena ajudou a dar profundidade à atuação. "Greta é uma atriz incrível. Foi ótimo. Uma coisa que nos conectou, eu acho, foi o fato de sermos pais. Então, o amor pelos filhos e a vontade de fazer tudo o que for possível para cuidar deles é algo que ambos temos muito em comum", explicou.

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