Uma fêmea de tartaruga-gigante-de-aldabra, com idade avançada, voltou a andar com uma técnica pouco convencional, mas eficaz: rodinhas instaladas na parte inferior de seu casco. Com a ajuda das novas pernas, nem o envelhecimento nem a fraqueza a impediram de se locomover e ela, inclusive, ganhou agilidade.
Conheça a história da tartaruga
O animal, considerado uma das maiores tartarugas terrestres do mundo, podendo pesar até 250 kg e viver mais de 150 anos, vivia tranquilamente em um zoológico particular em Manila, nas Filipinas, quando os cuidadores identificaram sua dificuldade de locomoção.
Exames posteriores não indicaram deslocamentos ou fraturas. Veterinários apontam que o problema nas pernas traseiras teria relação com a idade. Segundo o cirurgião Nielsen Donato, em entrevista à 'Popular Science', a origem seria neurológica, em decorrência do envelhecimento, sendo responsável por enfraquecer o animal e reduzir sua mobilidade.
Em meio aos desafios para encontrar um diagnóstico exato, o profissional também sugeriu um possível trauma nas pernas, devido ao ato de acasalamento, que poderia exigir maior tempo de recuperação. A primeira tentativa de tratamento, então, consistiu em uma terapia a laser anti-inflamatória, comumente usada para aliviar dores e acelerar a cicatrização. Entretanto, foi a alternativa menos tradicional que gerou um resultado realmente eficaz: as rodinhas laranjas.
Instaladas no casco inferior, elas possibilitaram que a tartaruga voltasse a andar. Pouco depois, o suporte ajudou no processo de recuperação e permitiu que ela se locomovesse sozinha. "Ela apresentou algumas melhorias na mobilidade e a devolvemos para casa", afirmou o cirurgião.
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