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Psicólogo diz que o aumento da ansiedade entre jovens não começou com as redes sociais. O real problema está na falta de independência

'Uma das principais causas do aumento dos transtornos mentais é a diminuição das oportunidades para crianças e adolescentes brincarem e se envolverem em outras atividades independentes da supervisão e controle direto dos adultos', detalha psicólogo americano.

13 abr 2026 - 12h36
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Psicólogo diz que o aumento da ansiedade entre jovens não começou com as redes sociais. O real problema está na falta de independência.
Psicólogo diz que o aumento da ansiedade entre jovens não começou com as redes sociais. O real problema está na falta de independência.
Foto: Reprodução, SBT / Purepeople

O aumento de diagnósticos de ansiedade e depressão entre jovens cresceu significativamente nos últimos tempos, especialmente, nos anos que sucederam a pandemia. De 2014 a 2024, os atendimentos a crianças de 10 a 14 anos por ansiedade subiu quase 2.500% no SUS, segundo um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde.

Existem diversas explicações para esse cenário e muitas correntes apontam a influência do uso de redes sociais e celular em idades cada vez menores. No entanto, o psicólogo americano Peter Gray, professor pesquisador de psicologia e neurociência no Boston College, universidade na cidade de Boston, acredita que a explicação tem início ainda na década de 1960, muito antes do advento dos smartphones.

"Uma das principais causas do aumento dos transtornos mentais é a diminuição das oportunidades para crianças e adolescentes brincarem e se envolverem em outras atividades independentes da supervisão e controle direto dos adultos", detalha o psicólogo em artigo publicado na revista médica Journal of Pediatrics.

O especialista defende que, quando os jovens realizam atividades de maneira independente, eles ganham mais bem-estar mental e, a longo prazo, desenvolvem resiliência e outras características mentais que os ajudam a lidar com adversidades.

Peter descreve que, nos anos 1960, as crianças começaram a receber cada vez mais supervisão e proteção dos pais. "Ganharam mais autonomia em alguns aspectos, como escolher o que querem vestir ou comer, mas perderam a liberdade para...

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