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Tenho 66 anos e acabei de perceber que nunca entrei em um cômodo e pensei no que eu queria dele. Só penso no que o cômodo quer de mim. E há décadas venho chamando isso de habilidades sociais

Gretchen expõe comportamento que a psicologia explica sobre a diferença entre bondade e vontade de agradar aos outros

13 abr 2026 - 15h29
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Gretchen, aos 66 anos, é sinônimo de mulher que tem amor próprio e não se preocupa com a opinião dos outros.
Gretchen, aos 66 anos, é sinônimo de mulher que tem amor próprio e não se preocupa com a opinião dos outros.
Foto: Reprodução/Instagram / Purepeople

Vivemos em uma cultura que valoriza e até recompensa a capacidade de ajustar o próprio comportamento para agradar aos outros. 

Esse conjunto de atitudes costuma ser visto como sinal de inteligência emocional, que se referem em ser um bom ouvinte e alguém agradável. Mas tome cuidado, pois essa habilidade deixa de ser virtude e passa a ser um risco silencioso.

Quando levada ao extremo, essa postura pode se transformar em um mecanismo de apagamento. A pessoa entra em todas as 'salas' da vida com a mesma pergunta: o que os outros precisam? Como posso ajudar? E esquece de fazer a mais importante: o que eu quero desta interação?

É aí que entra a diferença entre bondade e necessidade de agradar começa a se confundir. A verdadeira bondade nasce de um eu que escolhe dar. Já a necessidade de agradar vem de um eu que acredita não ter valor suficiente se não estiver oferecendo algo o tempo todo. Por fora, parece gentileza, e por dentro, muitas vezes, é vazio.

Essa reflexão dialoga com o pensamento de Carl Rogers, um dos principais nomes da psicologia humanista, que defendia a importância da autenticidade nas relações. 

Para ele, só há conexão real quando a pessoa consegue ser quem é, sem máscaras: "Quando alguém realmente te ouve, sem te julgar, sem tentar te moldar, a sensação é incrivelmente boa". Mas há um detalhe importante: para ser ouvido de verdade, primeiro é preciso existir de verdade.

Outro olhar interessante vem do filósofo Søren Kierkegaard, que refletia sobre a perda do 'eu' na te...

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